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Snail apresenta "Não há espiga"

“Não há espiga” é o terceiro single do álbum de estreia dos Snail, banda oriunda do Porto que, depois de alguns anos a escrever em inglês, decidiu expressar-se na língua de Camões. Tema da autoria de Vítor Peixeiro (voz), “Não há espiga” aborda a eterna imunidade política no nosso país e pelo mundo fora. Qualquer semelhança com a realidade não é coincidência. “Não há espiga” aplica-se aos frequentes crimes cometidos pelos nossos líderes, dos quais toda a gente tem conhecimento e, apesar disso, a justiça nunca consegue castigar os criminosos.

O vídeo de “Não há espiga” é a sequela do tema ”Carro Azul” que iniciou a utilização da mascote da banda e que deu asas à criação de um mundo paralelo à nossa realidade, baseando-se em estereótipos da sociedade de forma divertida e satírica. Desta feita, há a inserção de novas personagens, o candidato político/ dirigente e a sua equipa. Juntamente com ele, aparecem os “Gorilas” (guarda-costas), a secretária, a amante e o Juiz. O vídeo demonstra a falta de escrúpulos do “Patrão” à qual nem a personagem principal se safa. O final é trágico pois, ao contrário da realidade o mal vence sobre o bem quase sempre...

A música dos Snail é uma mescla de várias influências que resulta num som dançante com boas vibrações e, por vezes até, musculado. Os ritmos animados aliados a letras cómicas e, por vezes, sarcásticas esperam trazer algo de novo e fresco ao panorama musical português. Editado inicialmente em formato digital, “Snail” vai ser reeditado em breve, incluindo extras como temas gravados ao vivo e um pequeno livro da BD SNAIL.

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Pedro Nascente como nunca antes o ouvimos

 Pedro Nascente não pára de surpreender.

Primeiro edita um EP de estreia, “A Princesa”, com uma maturidade rara e invejável. Agora desbrava rotas nunca antes por si navegadas em “Hold On”, poderosa balada de arrependimento e paixão, cantada integralmente em inglês, tal como o álbum que se prepara para editar, “Back To The Start”.

 

Com a alma do rock, os instrumentos do folk, influências do country e a letra digna de uma música pop este é um tema que simultaneamente nos acalma e inquieta, levando-nos a percorrer experiências passadas.

 

Pedro Nascente é um orgulhoso filho do distinto ano de 1997, tendo nascido em Porto Alegre, no Brasil. Transmite o seu talento através da música, caminhando nas estradas do Folk/Rock, do Blues e do Country.

 

Começou a produzir e gravar em casa.

O seu percurso no mundo da música teve início em 2015 quando se aventura no lançamento do seu primeiro disco. A gravação e produção decorreu na sua própria habitação, local onde desde 2013 criava faixas sob o pseudónimo Peter Frost. Com o título “Old Lagoon” as 14 faixas cantadas em inglês foram distribuídas física e digitalmente.

 

Atraído pela actualidade politica começa a cantar em Português

Até que, subitamente, a actualidade política e social atraíram Pedro para marés nunca antes navegadas: cantar em língua portuguesa. Esses polémicos acontecimentos foram conjugados com o avançado grau dos estudos de Pedro Nascente na área de Produção Fonográfica, o que o levar a sonhar mais alto e a dar o passo seguinte: a gravação e produção profissional dos seus próprios temas. Entre novas versões de temas antigos e outros criados de raiz nessa mesma altura surgiu o álbum “Delírios Sob A Noite Sem Cor” – um disco pessoal e intenso onde o Brasil, e os brasileiros, são o(s) protagonista(s) ao longo de 11 temas folk gravados em apenas três meses.

 

No final de 2015 realizou-se não só ao lançamento do disco como também as primeiras apresentações ao vivo. Com a chegada de 2016 surgiu um novo desafio: uma residência mensal no espaço Olé Armazém Mexicano, desta vez em parceria com Franco Bittencourt. A dupla levou a cabo o espectáculo “Delírios, Folk e Rock” com reportório do próprio Nascente e reinterpretações de grandes clássicos intemporais do folk, rock, blues e country.

 Nova fase da carreira

O Verão de 2016 marca uma nova fase na carreira de Pedro Nascente: muniu-se de Gabriel Ost e de Roger Drumm e formou a sua nova banda de apoio, os Lençóis Freáticos, cabendo ao primeiro a bateria e ao segundo o contrabaixo e as vozes, assumindo ele próprio a voz, a guitarra e a boa e velha harmónica.

 

Uma nova sessão de gravação e produção, conduzidas uma vez mais pelo próprio, viu nascer o EP “A Princesa”, que chegou a Portugal através da chancela da Music For All. Num registo algo distante daquele com que se estreou em 2015 surgiram cinco temas de folk/rock psicadélico onde a guitarra marcou o compasso e as letras acutilantes captaram toda a nossa atenção.

 

Volta a cantar em Inglês

Conhecido pelo seu arrojo, Pedro Nascente surpreende novamente tudo e todos apostando por completo na língua inglesa no seu próximo registo discográfico. “Hold On” é, assim, o primeiro avanço de “Back To The Start”, álbum onde a sua língua materna não teve lugar mas onde não falta o folk/rock que ostenta como a sua maior imagem de marca.

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