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Emma Ruth Rundle a 20 de Abril no Sabotage

A cantautora norte-americana Emma Ruth Rundle sobe ao palco do Sabotage Club, em Lisboa, no dia 20 de Abril, para apresentar «Marked for Death», numa estreia em solo nacional há muito aguardada.

Encontramos na folk taciturna de Emma Ruth Rundle uma esperança difusa, talvez até impercetível ao primeiro contacto, mas resoluta; uma luz ténue que percorre os intervalos de uma neblina de distorção e de uma tempestade de corações quebrados, de sufocos existenciais, de sentimentos de perda e de derrota.
 
É em «Marked for Death», o mais recente trabalho, que esta luz tímida transparece de forma mais firme na discografia de Emma Ruth Rundle, transformando-o num instrumento de auto-conhecimento e de catarse. Se Some Heavy Ocean, o disco de estreia, se apoiava maioritariamente em cândidos lamentos folk, em Marked for Death há um adensar da sonoridade, com camadas de guitarra distorcida que sobem à tona para sublinhar a emoção crua e sem artifícios que Rundle comunica nas suas composições.

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Portugueses Vircator apresentam-se em Vigo, Espanha

Os Vircator, quarteto de Viana do Castelo composto por Alexandre Carvalho (voz e guitarra), Marcelo Peixoto (baixo), Paulo Noronha (bateria) e Gustavo Ribeiro (guitarra), vai actuar nos próximos dia 23 no Distrito 9, em Vigo, e no dia 24, no CS Fuscalho, em La Guardia, prosseguindo a tour de apresentação do álbum de estreia "At The Void's Edge", editado em Janeiro de 2016.

Após o reconhecimento da crítica especializada, das apresentações nas principais salas de concertos de Norte a Sul de Portugal, e da digressão europeia por Espanha, França, Áustria, Alemanha, e Holanda, os Vircator participaram nalguns dos festivais de Verão mais especializados como o Sonic Blast Moledo, IndieotaFestaval, Ignition, ou, Rock D’Ouro, e vão ainda participar na Braga Music Week, para além dos showcases FNAC que seleccionou o single “Tunguska” para a compilação Novos Talentos 2016.

A unanimade da crítica quanto à estreia auspiciosa dos Vircator é clara, como se pode constatar nas reviews espalhadas pela web de Round Trip, Mr. Stone Believer, El Coyote, The Music Spot, LOUD!, Música em DX, Buzzstop, Culturama Portal, Scratch Magazine, Round Trip, entre outros, e pelos destaques em rádios como a Antena 3, SANTOS DA CASA - RUC, Demon Cleaners da Rádio Super FM - Portugal, Caleidoscópio Radio, etc...

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Jackie D apresenta Feel

"Feel" lançado juntamente em vídeo

Depois do álbum de estreia – “Symphonies from the city” (2014) , os Lisboetas Jackie D lançam agora “FEEL”, o tema de avanço do próximo álbum a ser editado em 2017, intitulado “The J Spot”. O tema fala sobre libertação, mudança e a busca de um novo rumo. O que vem na ideia global do álbum que em termos líricos fala sobre sentimentos e desejos e que musicalmente mantém vincada a sua veia rock, com lufadas punk, stoner e até psicadélico, sem nunca perder a sua identidade.

O vídeo teve a cargo de Maria Rita Imago. O álbum foi gravado por Sebastiano Ferranti (youthless) nos estudios D tail em paço de arcos, misturado e masterizado por Miguel Carvalho (Dalma Produções).

Jackie D junta elementos dos Grankapo, Custom Circus e Barafunda Total e cujo nome simboliza uma personagem que passou por diversas etapas na vida e ultrapassou várias adversidades. Um reflexo das experiências pessoais de cada elemento que compõe o grupo e agora se juntam para exteriorizar esses sentimentos e vivências sob a forma de um rock rasgado e pujante com pequenos laivos de punk, stoner e hardcore.

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Putas Bêbadas + Kerox no Sabotage

Quinta 22 de Setembro, 22h30 - Sabotage Club

 

Na próxima quinta-feira, 22 de Setembro, a Cafetra Records e a Xita Records têm encontro marcado no Sabotage. E não podia ser mais explosivo. De um lado, temos Putas Bêbadas, a banda mais corrosiva da Cafetra, formada por Leonardo Bindilatti, Miguel Abras, João Dória e Hugo Cortez. Do outro, Kerox, projecto a solo de António Queiroz (Ørtos / Migas), fundador da Xita e o principal experimentalista desta família.

 

Putas Bêbadas

É em 2010 que surgem, de Lisboa, no meio dos vários projetos a sair da Cafetra Records, as PUTAS BÊBADAS. Nascem da fusão entre os membros mais corrosivos da label – Leonardo Bindilatti, Miguel Abras, João Dória e Hugo Cortez –­ e lançam em 2013 o seu primeiro LP – Jovem Excelso Happy (primeira edição vinil da Cafetra).

É um disco feito por quem vê̂ a vida pelo ângulo mais distorcido possível. De lá surgem músicas que podem ser classificadas como meta-­‐punk, como se no fundo se tratasse de uma causa exclusiva para festejar tanto a morte do Rock, como a peça de arqueologia de que se trata.

Só́ um álbum como Jovem Excelso Happy consegue juventude num Rock tão perdido como desencontrado – de um lado, toda a delicadeza do mundo Bubblegum Pop; do outro, a guerra de instrumentos em que o som que nos indica ser impróprio para consumo é contrastado com uma fantasia espacial e inovadora. É neste acreditar perdido, nesta dança da tristeza, que engenheiro Abras canta num registo crooner zombie alguma da realidade dentro do conto de fadas podre que é as Olaias.

O álcool bebido começa a subir à cabeça de quem ouve uma destruição tão longínqua, uma canção esquecida entre um confronto de titãs que só́ a querem esmagar.
Jovem Excelso Happy dá-­nos a sensação de estar num beco sem saída, onde a música é banda sonora do maior dos pesadelos.

 

Kerox

Metade dos Ørtos, metade das Migas e baixista virtuoso de outros projectos da Xita Records, editora que fundou, António Queiroz é também o principal experimentalista desta família. Beats dançáveis e teclados pesados caracterizam a sua actuação a solo assim como ocasionais usos de outros instrumentos que domina, como a guitarra. Ficam para a história concertos como o da Feira Morta do passado dia 28 de Abril na ZDB, momento que muitos descrevem como mágico e inesquecível.

Wingz lançou EP de estreia

Primeiro trabalho de Wingz

WINGZ, alter-ego da jovem artista Margarida Adão, editou o seu primeiro trabalho, “Identity”, no passado dia 26 de junho.

O EP é constituído por quatro faixas que abordam temas relacionados com o amor, o desejo, a paixão, a traição e o perdão, na complexa teia das vidas urbanas. Os instrumentais remetem-nos para o recente Alternative/Hipster R’n’B e enquadram um percurso natural de vida com as suas adversidades e desafios.

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