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Portimão Candidata a cidade Europeia do Desporto

No dia 25 de maio teve lugar no salão nobre dos Paços do Concelho de Portimão a cerimónia de candidatura de Portimão a Cidade Europeia do Desporto em 2019, com a presença da Sr.ª Presidente da Câmara Municipal de Portimão, Isilda Gomes; do Presidente da ACES Portugal (Associação Portuguesa das Cidades Europeias do Desporto), Nuno Santos; do Diretor Regional do IPDJ (Instituto Português do Desporto e da Juventude) Custódio Moreno; e da Vereadora do Desporto e Juventude da Câmara de Portimão, Ana Fazenda.

Candidatura já entregue

A candidatura ficou oficializada com a entrega, por parte da Sr.ª Presidente da Câmara, do Questionário – um documento onde estão contempladas as respostas a uma bateria de questões formuladas pela ACES Portugal – tendo recebido, em troca, das mãos do Dr. Nuno Santos, a placa oficial que assinala a candidatura do Município.

O objetivo é aumentar a taxa de participação desportiva

No seu discurso, o Presidente da ACES Portugal realçou que, uma vez que o objetivo deste evento é aumentar a taxa de participação desportiva das pessoas, o Município de Portimão tem um enorme potencial para receber este evento, dada a qualidade extrema das suas infraestruturas e equipamentos desportivos e a pujança do seu movimento associativo. Referiu que de forma nenhuma Portimão parte em desvantagem face a Cascais, a outra cidade candidata, pelo facto de ser o Município mais pequeno; deu como exemplo o facto de Gondomar ter apresentado uma candidatura vencedora para 2017 quando concorria contra Coimbra. Referiu que os próximos passos – elaboração do Dossier de Candidatura e do Vídeo Promocional –serão fundamentais, mas que a autarquia portimonense tem todas as condições para se bater em pé de igualdade com outra candidata.

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O ciclo “Concertos ao Entardecer”, promovido pela ArQuente Associação Cultural, regressa à Fortaleza de Sagres, para mais uns fins de tarde de música indie. A abertura do ciclo nesta Finisterra será no dia 28 de maio, pelas 18horas, com “Postcards”, banda indie folk de Beirute.

 

Postcards são uma banda dream pop composta por quatro amigos: Julia Sabra, Marwan Tohme, Pascal Semerdjian e Rany Bechara.

A banda fez digressões pela França, Reino Unido, outros países europeus e pelo Médio Oriente, tendo aberto concertos para nomes como Beirut e Angus and Julia Stone e tem atuado em vários festivais internacionais.

Em 2017 regressam a Portugal com o novo trabalho “Here Before” que inclui o single “Black and White”

 

Próximos Concertos ao Entardecer na Fortaleza de Sagres:

Dia 4 de junho | 18h : Alright Ghandi

Dia 18 de junho| 18h: Joana Barra Vaz

 

Esta é uma iniciativa integrada no DiVaM 2017 – Lugares de Globalização, o programa de Dinamização e Valorização dos Monumentos da Direção Regional de Cultura do Algarve.

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Uma História da Trompa estreia no F.I.M.A. em Loulé.

O espetáculo Uma Historia da Trompa (UHT) de Laurent David Rossi produzido pela KotoStudios tem estreia agendada para 21 de maio, 19H00 no Cineteatro Louletano em Loulé, no âmbito do Festival Internacional de Música do Algarve (FIMA).

UHT é um espetáculo multimédia ao vivo que conta a história da trompa, desde a sua origem até aos nossos dias. Este instrumento, presente desde os primórdios da humanidade com o corno animal até aos nossos dias, com a trompa moderna, será tocado ao vivo por um trompista, interpretando extratos de obras, com diversos instrumentos ligados à família da trompa.

A performance em palco interpretada pelo trompista Laurent David Rossi, terá como cenário, um filme projetado num grande ecrã, ilustrando com audiovisuais os vários quadros da evolução da trompa. Neste filme, descobrimos através das brincadeiras e dos olhos curiosos de duas crianças, as transformações e as variantes do instrumento, os intérpretes e os compositores, que no seu conjunto, constituem o rico património do instrumento.

Foi efetuado o levantamento histórico das peças e compositores que ao longo dos tempos compuseram para este instrumento, o que resultou, não só base musical do espetáculo, mas também, na publicação do CD da banda sonora do filme.

A KotoStudios, em co-produção com a Filmógrafo, produziu e realizou o filme que serve de base visual e narrativa para o espetáculo. Num tom documental, o filme recorre a imagem real e a uma multiplicidade de estilos de animação para ilustrar a evolução deste instrumento, pensado não só para melómanos, mas também amantes de cinema, história e animação.

 

O espetáculo UHT vai iniciar em Loulé um circuito itinerante que levará o espetáculo a todo o país e a várias cidades no estrangeiro.

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“Não há espiga” é o terceiro single do álbum de estreia dos Snail, banda oriunda do Porto que, depois de alguns anos a escrever em inglês, decidiu expressar-se na língua de Camões. Tema da autoria de Vítor Peixeiro (voz), “Não há espiga” aborda a eterna imunidade política no nosso país e pelo mundo fora. Qualquer semelhança com a realidade não é coincidência. “Não há espiga” aplica-se aos frequentes crimes cometidos pelos nossos líderes, dos quais toda a gente tem conhecimento e, apesar disso, a justiça nunca consegue castigar os criminosos.

O vídeo de “Não há espiga” é a sequela do tema ”Carro Azul” que iniciou a utilização da mascote da banda e que deu asas à criação de um mundo paralelo à nossa realidade, baseando-se em estereótipos da sociedade de forma divertida e satírica. Desta feita, há a inserção de novas personagens, o candidato político/ dirigente e a sua equipa. Juntamente com ele, aparecem os “Gorilas” (guarda-costas), a secretária, a amante e o Juiz. O vídeo demonstra a falta de escrúpulos do “Patrão” à qual nem a personagem principal se safa. O final é trágico pois, ao contrário da realidade o mal vence sobre o bem quase sempre...

A música dos Snail é uma mescla de várias influências que resulta num som dançante com boas vibrações e, por vezes até, musculado. Os ritmos animados aliados a letras cómicas e, por vezes, sarcásticas esperam trazer algo de novo e fresco ao panorama musical português. Editado inicialmente em formato digital, “Snail” vai ser reeditado em breve, incluindo extras como temas gravados ao vivo e um pequeno livro da BD SNAIL.

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Abram alas para os Newsonic, quinteto brasileiro de rock alternativo que se estreia entre nós com a urgente necessidade de mudança expressa em “Novos Rumos”, poderoso cartão-de-visita mergulhado na melhor influência de contemporâneos como Alter Bridge, Three Days Grace ou Stone Sour.

O tema, extraído do seu álbum de estreia com o mesmo nome, dá o mote à digressão portuguesa que a banda realizará já no próximo mês de Setembro com o apoio da Music For All.

Nascidos em 2011, os Newsonic são oriundos da localidade de São Gonçalo (Rio de Janeiro) e constituídos por Anderson Khross (voz e teclados), Erik Cholodovski (guitarras), Lucas Freitas (guitarras), Flávio Almeida (contrabaixo) e André Almeida (bateria), surgindo com a intenção de dar vida a material autoral focado nas mais diversas influências dos seus membros, que passam do rock alternativo à música electrónica, com letras que retratam temas contemporâneos e comuns a todos os indivíduos.

Após um longo período de composição em 2014, a banda lança o seu debute, “Novos Rumos”, de forma totalmente independente. O álbum conta com a produção do conceituado produtor carioca Celo Oliveira e trata-se de um disco conceptual que narra a história de Marco, Alice e dos seus desencontros – um conto de queda e ascensão. O álbum foi apresentado num espetáculo realizado no Saloon 79, no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, em Novembro de 2014.

O registo de estreia foi aclamada pela crítica especializada, valendo à banda um contrato com a MS Metal Agency, através do selo Alternative Music Records, responsável por uma série de grupos ligados ao universo do rock.

Paralelamente, os Newsonic realizam ainda trabalho enquanto banda de tributo, apresentando um alinhamento repleto de sucessos de bandas e artistas como: Europe, Survivor, Journey, Whitesnake, Bon Jovi, Guns N’ Roses, Skid Row, Silverchair, Pearl Jam, entre outros.

Em 2016, a banda inicia os trabalhos de composição do seu novo álbum, “V.O.R.A.X.”, que procurará evidenciar a união das mais distintas influências dos seus membros. As canções apresentam um peso maior comparativamente ao disco anterior, além do timbre, melodia, harmonia e ritmo modernos bem trabalhados, sem sacrificar o apelo comercial.

Em 2017 chegam por fim à Europa através do selo da Music For All, que os levará numa digressão portuguesa no mês de Setembro.

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 Pedro Nascente não pára de surpreender.

Primeiro edita um EP de estreia, “A Princesa”, com uma maturidade rara e invejável. Agora desbrava rotas nunca antes por si navegadas em “Hold On”, poderosa balada de arrependimento e paixão, cantada integralmente em inglês, tal como o álbum que se prepara para editar, “Back To The Start”.

 

Com a alma do rock, os instrumentos do folk, influências do country e a letra digna de uma música pop este é um tema que simultaneamente nos acalma e inquieta, levando-nos a percorrer experiências passadas.

 

Pedro Nascente é um orgulhoso filho do distinto ano de 1997, tendo nascido em Porto Alegre, no Brasil. Transmite o seu talento através da música, caminhando nas estradas do Folk/Rock, do Blues e do Country.

 

Começou a produzir e gravar em casa.

O seu percurso no mundo da música teve início em 2015 quando se aventura no lançamento do seu primeiro disco. A gravação e produção decorreu na sua própria habitação, local onde desde 2013 criava faixas sob o pseudónimo Peter Frost. Com o título “Old Lagoon” as 14 faixas cantadas em inglês foram distribuídas física e digitalmente.

 

Atraído pela actualidade politica começa a cantar em Português

Até que, subitamente, a actualidade política e social atraíram Pedro para marés nunca antes navegadas: cantar em língua portuguesa. Esses polémicos acontecimentos foram conjugados com o avançado grau dos estudos de Pedro Nascente na área de Produção Fonográfica, o que o levar a sonhar mais alto e a dar o passo seguinte: a gravação e produção profissional dos seus próprios temas. Entre novas versões de temas antigos e outros criados de raiz nessa mesma altura surgiu o álbum “Delírios Sob A Noite Sem Cor” – um disco pessoal e intenso onde o Brasil, e os brasileiros, são o(s) protagonista(s) ao longo de 11 temas folk gravados em apenas três meses.

 

No final de 2015 realizou-se não só ao lançamento do disco como também as primeiras apresentações ao vivo. Com a chegada de 2016 surgiu um novo desafio: uma residência mensal no espaço Olé Armazém Mexicano, desta vez em parceria com Franco Bittencourt. A dupla levou a cabo o espectáculo “Delírios, Folk e Rock” com reportório do próprio Nascente e reinterpretações de grandes clássicos intemporais do folk, rock, blues e country.

 Nova fase da carreira

O Verão de 2016 marca uma nova fase na carreira de Pedro Nascente: muniu-se de Gabriel Ost e de Roger Drumm e formou a sua nova banda de apoio, os Lençóis Freáticos, cabendo ao primeiro a bateria e ao segundo o contrabaixo e as vozes, assumindo ele próprio a voz, a guitarra e a boa e velha harmónica.

 

Uma nova sessão de gravação e produção, conduzidas uma vez mais pelo próprio, viu nascer o EP “A Princesa”, que chegou a Portugal através da chancela da Music For All. Num registo algo distante daquele com que se estreou em 2015 surgiram cinco temas de folk/rock psicadélico onde a guitarra marcou o compasso e as letras acutilantes captaram toda a nossa atenção.

 

Volta a cantar em Inglês

Conhecido pelo seu arrojo, Pedro Nascente surpreende novamente tudo e todos apostando por completo na língua inglesa no seu próximo registo discográfico. “Hold On” é, assim, o primeiro avanço de “Back To The Start”, álbum onde a sua língua materna não teve lugar mas onde não falta o folk/rock que ostenta como a sua maior imagem de marca.

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