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Just Under lançam novo single “OCO”

Influenciados pelo pulsar da bateria, guarnecida pelo baixo cerrado e pelas guitarras obscuras, os Just Under continuam o seu percurso iniciado há mais de uma década. Prometendo novas sonoridades, mais sombrias e mais densas. OCO é a primeira faixa a cair deste novo trabalho. É o novo single da banda, divulgada ao público no dia 18 de Fevereiro.

Em OCO, Just Under discorrem sobre o romantismo ácido de numa despedida. Com bateria e cordas bem vincadas, exploram as linguagens do indie rock num registo muito característico do grupo. A maturidade do novo tema, dá conta dos 11 anos da banda, em que somam dois EP’s, dois álbuns e dezenas de concertos. Explorando novos temas e sonoridades, os  Just Under mantêm o seu compromisso com a produção da música livre e independente. A vitalidade da banda manifesta-se também na compulsão para a contínua reinvenção, bem expressa num dos versos do novo single: “Não olhes para trás/ Já não vivemos aí”.

Just Under é uma banda de Cem Soldos, Tomar. Surge em 2006 pela reunião de quatro membros com vontade de criar e dar a conhecer as suas próprias músicas. E OCO é o seu novo single.

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The Joshua Tree

The Joshua Tree faz precisamente hoje 30 anos.

É o quinto álbum de estúdio da banda de rock irlandesa U2. Foi produzido por Daniel Lanois e Brian Eno, e foi lançado em 9 de março de 1987 pela Island Records. Em contraste com a ambiente de experimentação do lançamento de seu álbum de 1984, The Unforgettable Fire, o U2 destinou um som mais cru e pulsante em The Joshua Tree, dentro dos limites das estruturas estritas das músicas. O álbum é influenciado pela música americana e música irlandesa, e retrata os sentimentos conflitantes de amor e ódio dentro dos Estados Unidos, com letras socialmente e politicamente conscientes embelezadas com imagens espirituais.

Inspirados nas experiências da turnê americana, literatura, e políticas, a banda optou pela América como um tema para o registro. A gravação começou em janeiro de 1986 na Irlanda, a promover uma atmosfera descontraída e criativa, o grupo gravou em duas casas além de dois estúdios profissionais. Vários eventos durante as sessões ajudaram a moldar o tom consciente do álbum, incluindo a participação da banda na turnê A Conspiracy of Hope Tour, a morte de Greg Carroll e a viagem do vocalista Bono à América Central. A gravação foi concluída em Novembro e a produção adicional continuou em janeiro de 1987. Ao longo das sessões, a banda buscou uma qualidade "cinematográfica" para o registro que evocam um sentido de localização, em particular, os espaços abertos da América. Eles representavam-nos na capa, mostrando os integrantes da banda em paisagens do deserto americano.

O álbum foi aclamado pela crítica, chegou ao topo das paradas em mais de 20 países, e bateu inúmeros recordes. De acordo com a Rolling Stone, o álbum da banda aumentou a estatura "de heróis para superstars". Produziu os singles "With or Without You", "I Still Haven't Found What I'm Looking For" e "Where the Streets Have No Name". O álbum venceu o Grammy Award de "Álbum do Ano" e "Melhor Performance de Rock por um Duo ou Grupo com Vocais" em 1988. O grupo apóia o registro com o sucesso de Joshua Tree Tour. Frequentemente citado como um dos maiores álbuns da história do rock, The Joshua Tree é um dos álbuns mais vendidos do mundo, com mais de 25 milhões de cópias vendidas. Em 2007, o U2 lançou uma edição de 20º aniversário em uma edição remasterizada do álbum.

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“Never Too Old”, A estreia voltaica dos Bless The Mess

Os lisboetas Bless the Mess são a prova viva de que o rock nacional está de boa saúde e recomenda-se. Na linha de uns compatriotas The Lazy Faithful ou Eat Bear, o quarteto estreia-se com o voltaico “Never Too Old”, num agitado diálogo entre pratos, baixo e guitarra eléctrica.

O tema assinala o primeiro lançamento da banda através do selo da Music For All e antecede a edição de um EP esperado no segundo trimestre deste ano.

Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual editarão um novo trabalho esperado no segundo trimestre do ano.

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Emma Ruth Rundle a 20 de Abril no Sabotage

A cantautora norte-americana Emma Ruth Rundle sobe ao palco do Sabotage Club, em Lisboa, no dia 20 de Abril, para apresentar «Marked for Death», numa estreia em solo nacional há muito aguardada.

Encontramos na folk taciturna de Emma Ruth Rundle uma esperança difusa, talvez até impercetível ao primeiro contacto, mas resoluta; uma luz ténue que percorre os intervalos de uma neblina de distorção e de uma tempestade de corações quebrados, de sufocos existenciais, de sentimentos de perda e de derrota.
 
É em «Marked for Death», o mais recente trabalho, que esta luz tímida transparece de forma mais firme na discografia de Emma Ruth Rundle, transformando-o num instrumento de auto-conhecimento e de catarse. Se Some Heavy Ocean, o disco de estreia, se apoiava maioritariamente em cândidos lamentos folk, em Marked for Death há um adensar da sonoridade, com camadas de guitarra distorcida que sobem à tona para sublinhar a emoção crua e sem artifícios que Rundle comunica nas suas composições.

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Woodrock apresenta mais dois nomes

As galegas BALA são 2 miúdas com rock às carradas a circular lhes nas veias e os LÂMINA, os invocadores de demónios vindos de Lisboa, são as 2 novas confirmações do line up do Woodrock 2017, que se juntam aos já anunciados MÂO MORTA, aos ODDHUMS e aos THE LEGENDARY FLOWER PUNK.

Lagos recebe 2017 com Xutos e Pontapés

Lagos recebe 2017 ao som do melhor rock português, com Xutos e Pontapés. Cabe aos Reis do Rock terminar em grande festa 2016, na praça do Infante em Lagos, a entrada é livre e a animação garantida. Com mais de 30 anos de carreira e uma ligação única com o público são eles os responsáveis pelo grande espectáculo que se aguarda nesta passagem de ano. No cartaz das comemorações está também o fogo de artificio ás 24h e até á 1h15 DJ Monchike.

Guns N'Roses em Lisboa em 2017

Os Guns N'Roses atuam no Passeio Marítimo de Algés no próximo dia 2 de junho

Foi confirmado o concerto que marca a reunião dos Guns N'Roses, e a data anunciada é o dia 2 de junho de 2017.

O local onde decorrerá o concerto é o Passeio Marítimo de Algés. Este regresso a Portugal está incluído na digressão "Not in This Lifetime".

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”Blind By Choice” é o sinlge de estreia dos Zuuzaa

Novembro é o mês que marca a estreia do novo projecto sensação da música nacional. Os Zuuzaa revelam “Blind By Choice”, um tema ritmado que mantém viva a alma e a mensagem do bom e velho blues rock, extraído do álbum de estreia, “MARA”.

Graças ao selo da Music For All o projecto de Rafael Ribeiro, Inês Carvalho, Mariana Matoso, Rafaela Pereira, Bernardo Jorge e Matt Seybald chega finalmente ao mercado português, sendo esta a mais recente aposta de um extenso leque de artistas, e bandas, com provas dadas em Portugal e no estrangeiro.

O ano de 2016 marca a estreia de um dos projectos mais promissores da actualidade. São portugueses, dão pelo nome de Zuuzaa e propõem uma infusão de Rock, Blues e Soul com particular destaque para um coro feminino que nos transporta para os saudosos anos 60.

Após um intenso período criativo Rafael Ribeiro, guitarrista e vocalista, assumiu a árdua tarefa de formar uma banda que desse corpo, vida e sentimento às canções por si habilmente escritas. Primeiro muniu-se da doce voz de Inês Carvalho, sua amiga de longa data. Depois da talentosa dupla Mariana Matoso e Rafaela Pereira. Este distinto trio, de vozes marcadamente femininas, começou por colaborar numa só faixa. Contudo, rapidamente, se tornou perceptível que parte da magia da banda residia na alma, garra e emoção que as três davam às canções de Rafael Ribeiro. Foi com esta formação, que os então intitulados Zuuzaa & The Last Jesters, viram finalizadas as suas dez primeiras composições originais.

Com a entrada do baixista francês Matt Seybald e do baterista Bernardo Jorge a banda ganhou experiência e versatilidade, enriquecendo o seu trabalho em estúdio assim como a performance em palco. Graças aos contributos dos novos membros o número de temas originais subiu para 13 e o mês de Setembro marcou a estreia nos palcos nacionais.

Depois do lançamento do primeiro álbum de originais, intitulado “MARA”, está a decorrer o processo de gravação dos videoclips dos primeiros singles. Esta é também a fase em que surgem mais concertos e performances ao vivo, alimentando assim a paixão pelo palco, e pelo contacto directo com o público, espalhando a música, e a mensagem, por detrás de tão astutas criações.

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”Shout” o grito de afirmação dos Fly The Sun

O quarteto lisboeta Fly the Sun estreia-se com o reivindicativo “Shout”, agitado tema rock alternativo mergulhado em influências de contemporâneos como Foo Fighters ou Interpol e no melhor espírito indie de bandas como Death Cab for Cutie ou Two Door Cinema Club.

Este é o primeiro lançamento da banda através do selo da Music For All e antecede a edição de um EP esperado no primeiro semestre do próximo ano.

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É das mentes criativas, e inquietas, de Mike Simões, Filipe Guerreiro, Paulo Ferreira e Carlos Mano que brotam as letras, e músicas, dos Fly The Sun. Esta jovem banda lusitana, de raízes bem firmadas no pop/rock alternativo, elege como maiores influências projectos tão díspares quanto Guns N’ Roses, Coldplay ou mesmo das sonoridades fortes e agressivas da década de 80 ao bom indie do Século XXI.

De Setúbal para o mundo. É este o trajecto que Carlos Mano, o baixista dos Fly The Sun, pretende percorrer. O amor pela música levaram a que trocasse recentemente o papel de mero apreciador, e crítico, pelo de membro de uma banda de amigos. Diz a lenda que pretendia adquirir uma guitarra eléctrica contudo, fruto do acaso ou do destino ele próprio, foi no baixo que viria a focar toda a sua energia e talento. Autodidacta, curioso por defeito e criativo por feitio, é perfeccionista e o mais calmo dos quatro. Assume sem complexos a sua paixão pelo festival Paredes de Coura e coloca Arctic Monkeys e Ornatos Violeta num patamar de excelência, elevando-os ao estatuto de maiores referências da sua existência musical.

Miguel Simões (também conhecido como Mike Simões ou, simplesmente, MS) tem origens geográficas em Odivelas e musicais no majestoso piano. Aos 13 anos, apenas dois depois de ter iniciado a aprendizagem de tão exigente instrumento, abandona as aulas dando continuidade à sua evolução em casa. Anos mais tarde sente o chamamento da guitarra clássica e, aproveitando um antigo exemplar do seu avô, inicia-se sozinho nesse versátil instrumento. A boa educação musical dos seus pais, baseada fortemente nas profícuas décadas de 70 e 80, despertam-lhe o interesse pela composição em inglês, trazendo assim ao de cima uma faceta que ele próprio desconhecia. Descreve-se como “um romântico puro, movido pelo cavalheirismo do gentleman que era Sinatra, mas também pelos Loucos Anos 20”, centra sempre o seu foco na mensagem de cada tema e elege como bandas favoritas os Coldplay e os R.E.M.

Paulo Ferreira, o terceiro de quatro membros da banda, tem raízes em Famões e é dono e senhor da bateria. Entre as suas maiores influências e inspirações musicais estão clássicos eternos das décadas de 70 e 80, da música nacional e internacional, estando Queen no topo das suas preferências. A bateria surge na sua vida…por influência de Mike, amigo de longa data que muito o motivou. Iniciou-se numa bateria eléctrica e, no final de 2015, apostou numa bateria acústica. Descrito como calmo, divertido e ponderado orgulha-se de ser autodidacta e é visto pelos restantes colegas como um exemplo de esforço, querer e dedicação.

É do belo município de Oeiras que provém o quarto, e último, membro dos Fly The Sun. Filipe Guerreiro é o guitarrista de serviço e o complemento perfeito para o trio apresentado acima. A relação que o une à guitarra começou aos 13 anos quando se interrogou na razão para a velha guitarra do progenitor não ser devidamente usada. A resposta surpreendeu-o e acabou por definir o seu futuro: descobriu que em tempos o pai tinha feito parte de uma banda. Após três anos de aulas de guitarra desiste, continuando o seu percurso por iniciativa própria ao dedicar quatro horas diárias ao versátil instrumento. Criativo nato, envolve-se em todas as fases de composição, intervindo inclusivamente nos restantes instrumentos, assumindo um papel preponderante em todas as criações do quarteto. Embora seja o elemento mais novo é unanimemente considerado o mais sapiente, destacando-se a influência do Rock N’ Roll dos anos 80 e 90 e, em particular, das vozes e percursos de Andy Timmons, Paul Gilbert ou Nuno Bettencourt.

É deste caldeirão de influências, e de uma amizade impar e inabalável, que nascem os Fly The Sun. O céu é o limite, mas nem podia ser de outra forma. Afinal estes são os rapazes que querem “Voar o Sol”, quebrar barreiras e espalhar mensagens fortes e inspiradoras.

The Mission comemoram 30 anos em Portugal

Concertos em Lisboa e Porto

Os The Mission, banda icónica de rock gótico, celebra 30 anos de carreira com a digressão mundial mais extensa e ambiciosa desde a paragem da banda em 2011. Os britânicos atuam dia 11 de outubro Hard Club e dia 12 de outubro no Paradise Garage.
Três décadas após a estreia da banda no pequeno clube londrino Alice in Wonderland, o grupo brinda agora os fãs com vários concertos e ainda com o lançamento de um novo álbum de originais, com data de edição prevista para os próximos meses.
Até à data a banda já vendeu mais de quatro milhões de discos, sendo hoje considerada uma das melhores e mais excitantes bandas ao vivo. Ao longo dos seus 30 anos de carreira os The Mission já atuaram com nomes como U2, The Cure ou Robert Plant.
Wayne Hussey salienta a sua emoção por ver a banda atingir 30 anos de carreira dizendo que “eu nunca pensei que iria ver este dia, mas 30 anos é realmente um marco incrível. Claro que nunca teríamos chegado aqui sem o apoio dos nossos fãs”.

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