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Imagens Reencontradas ciclo de cinema

Vai decorrer de 6 de Abril a 25 de Maio o ciclo de cinema As Imagens Reencontradas, que terá entrada livre, às quintas-feiras, pelas 18:30, no Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa. Esta iniciativa pretende partilhar momentos fulcrais da História do Cinema com os outros, quer se encontrem dentro ou fora da comunidade académica.

O ciclo As Imagens Reencontradas, com curadoria de Tiago J. Silva (estagiário curricular no Núcleo de Programação Cultural da Reitoria da UL), organiza-se com o objectivo de cumprir aquele propósito, problematizando questões relacionadas com a cinefilia e, por esse motivo, tentando fazer justiça às memórias e imagens que recordamos da História do Cinema. As sessões do ciclo contarão sempre com convidados que fazem uma breve apresentação do filme: António M. Feijó, Clara Rowland, Fernando Guerreiro, Ivo Canelas, Mário Jorge Torres, Simão Valente e Tiago J. Silva. A escolha dos filmes coube a cada convidado, e pediu-se apenas que se cumprisse um requisito: o filme em questão tem de ser um filme que recordem da História do Cinema — e, portanto, um dos filmes das suas vidas.

The Joshua Tree

The Joshua Tree faz precisamente hoje 30 anos.

É o quinto álbum de estúdio da banda de rock irlandesa U2. Foi produzido por Daniel Lanois e Brian Eno, e foi lançado em 9 de março de 1987 pela Island Records. Em contraste com a ambiente de experimentação do lançamento de seu álbum de 1984, The Unforgettable Fire, o U2 destinou um som mais cru e pulsante em The Joshua Tree, dentro dos limites das estruturas estritas das músicas. O álbum é influenciado pela música americana e música irlandesa, e retrata os sentimentos conflitantes de amor e ódio dentro dos Estados Unidos, com letras socialmente e politicamente conscientes embelezadas com imagens espirituais.

Inspirados nas experiências da turnê americana, literatura, e políticas, a banda optou pela América como um tema para o registro. A gravação começou em janeiro de 1986 na Irlanda, a promover uma atmosfera descontraída e criativa, o grupo gravou em duas casas além de dois estúdios profissionais. Vários eventos durante as sessões ajudaram a moldar o tom consciente do álbum, incluindo a participação da banda na turnê A Conspiracy of Hope Tour, a morte de Greg Carroll e a viagem do vocalista Bono à América Central. A gravação foi concluída em Novembro e a produção adicional continuou em janeiro de 1987. Ao longo das sessões, a banda buscou uma qualidade "cinematográfica" para o registro que evocam um sentido de localização, em particular, os espaços abertos da América. Eles representavam-nos na capa, mostrando os integrantes da banda em paisagens do deserto americano.

O álbum foi aclamado pela crítica, chegou ao topo das paradas em mais de 20 países, e bateu inúmeros recordes. De acordo com a Rolling Stone, o álbum da banda aumentou a estatura "de heróis para superstars". Produziu os singles "With or Without You", "I Still Haven't Found What I'm Looking For" e "Where the Streets Have No Name". O álbum venceu o Grammy Award de "Álbum do Ano" e "Melhor Performance de Rock por um Duo ou Grupo com Vocais" em 1988. O grupo apóia o registro com o sucesso de Joshua Tree Tour. Frequentemente citado como um dos maiores álbuns da história do rock, The Joshua Tree é um dos álbuns mais vendidos do mundo, com mais de 25 milhões de cópias vendidas. Em 2007, o U2 lançou uma edição de 20º aniversário em uma edição remasterizada do álbum.

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DENNY NEWMAN

Cantor / compositor (Manfred Mann’s Earth Band, The Mick Taylor Band (ex-Rolling Stones), Snowy White’s (Pink Floyd), Bluesdrivers...).

Denny vem a Portugal pela primeira vez, em Março, só para alguns concertos.

DN trabalhou com vários artistas como: Manfred  Mann, Jeff Beck, Cat Stevens, Jon Martyn, Kate Bush, Chris Rea, Mick Taylor, Snowy White, The Pirates, Van Morrison, The Yardbirds, Nine below Zero, Zoot Money e muitos, muitos mais. Em tour, percorreu os EUA, o Japão e toda a Europa com The Mick Taylor Band e, no ano passado, com Snowy White.

Denny  e o seu tema “Burying Ground” são incluídos em “The Tokyo Concerts” de Mick Taylor; tem sido descrito como “the best kept secret in British Blues”, tendo sido destacado na BBC e outras estações de Rádio e TV.

 

A SCRATCH BAND é formada por:

CHARLIE GARDNER (BAIXO)

Nascido em Londres, toca blues desde o início dos anos 60, quando o estilo surgiu pela primeira vez no cenário londrino.

Charlie tocou com The Sam Gopal Dream Band (anterior a Lemmy dos Motorhead se unir à banda), The Gothenburg Blues Band (Suécia, final dos anos 60), Skint com Sir Elton John e Beechy Colclough, The Roadhouse Blues Band (banda suporte de Status Quo), a grande lenda de Blues do Mississippi, RL Burnside, em tour pela Europa. Trabalhou com Alvin Youngblood Hart num tour no Reino Unido e, recentemente, tocou baixo para a legendária estrela dos anos 60 John Leyton and the Flames ("Johnny, Remember me") em todo o território do RU durante 2015.

Em outubro de 2016, trouxe o “Escape Committee” - Pete Sarge Frampton (ex-Poacher Country Band) e George Glover (Climax Blues Band) - para Lisboa e o BB Blues Festival na Moita e, como a Wicked Pictures Productions, tenciona trazer mais amigos músicos para Portugal num futuro próximo!

 

LENNY FALCON (BATERIA, VOZ)

O holandês Lenny estudou percussão na escola de música Sweelinck Conservatorium, em Amsterdão, em meados de 1970.

Após vários anos na música clássica, passou a tocar bateria em bandas de Rock’n’Roll na Holanda.

Juntou-se à banda de rock “Old Tennis Shoes” e percorreu toda a Europa por quase duas décadas, apoiando outras bandas como Ten Years After, Frankie Miller, The Groundhogs, Dr Feelgood, Herman Brood e Wild Romance.

LF tocou também com muitos outros artistas, como Gary P Nunn, The Country Pickers e Pride of Texas; igualmente fez tours com Mason Casey e Zack Zunis (Lester Butler Band) e trabalhou em projetos com o bem conhecido Popa Chubby.

ODRAN B LIVAS ("B"!) (TECLADO, GUITARRA, VOZ)

Nascido em Bayonne, França, mudou-se para o Reino Unido em adolescente.

Odran passou a estudar música e composição contemporânea no Dartington College of Arts e adquiriu um Mestrado em Etnomusicologia no Exmouth College. Trabalhou como guitarrista com músicos e compositores instrumentais, como PeeWee Ellis Quintet, Johnny Lippiett Quintet, Harry S Fulcher Quartet e Sextet.

Foi membro fundador do coletivo “Q” (Londres) e gravou em álbuns do Club Brasil (Sangue Latino), Louise Parker (Do not Explain), Manos (Andalusian) e Fuse (Another Road South) assim como com composições em álbuns de Dalata (“Songs from the Tin”) e Andrew Darlinson Trio (“Os Ibiscus da Luz”).

OBL escreveu os temas dos filmes “Six Foot Square” de Emma George, “Five Days” e “Street Perfume” de Miguel Luz. Em 2010 mudou-se para Portugal, tocando teclado e guitarra com várias bandas. É, com crédito, um membro da Ondajazz House Band e os seus recentes projetos incluem tocar com Rawfish lx.

 

SUPPORT ACT:  CAROLINE DAWSON

A cantora / compositora Caroline Dawson nasceu em Oslo, Noruega e vive em Portugal há 25 anos.

Começou a tocar piano aos 6 anos de idade e fez parte do duo de rock Pretty Goners na Noruega. Em 2001 lançou o seu primeiro EP e duas das canções foram usadas no soundtrack de duas telenovelas brasileiras, “As Filhas da Mãe” e “Mulheres Apaixonadas”. Tocou a solo em vários locais de Lisboa e durante o Campeonato Europeu de Futebol de 2004, lançando o seu primeiro álbum “Have you felt the change?” em 2013.

Sobre este álbum foi dito: “Caroline’s songs are simple, yet heartfelt, melodies and stories so beautifully sombre that they require no labelling.”

CD tocou no Teatro do Bairro, Fábrica Braço de Prata e Pensão Amor em Lisboa, bem como no Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra. Fez parte do Coro Gulbenkian em Lisboa, interpretando “Carmina Burana” e colabora regularmente como compositora de outros artistas.

O último single “Some Days Lullaby” e o novo álbum “Enigma” foram lançados em 2016 em Portugal e on-line em todo o mundo.

Recentemente, ganhou o prémio de Melhor Álbum Folk/cantautor pela Akademia Music Awards: “This compact but dense collection of folk / singer-songwriter riches is unrelentingly emphatic and persuasive due to its smooth-as-silk diction and conscious messages.”

Atualmente está a trabalhar num novo projeto de rock / blues / funk, THE CAROLINE DAWSON BAND.

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CONCERTOS:

 

SEXTA-FEIRA, 3 DE MARÇO ... BAFO DE BACO, LOULÉ, ALGARVE

 

SÁBADO, 4 DE MARÇO ... CASINO ESTORIL, ESTORIL, LISBOA

DOMINGO, 5 DE MARÇO ... STAIRWAY CLUB, CASCAIS, LISBOA

 

“Dancers” é o 2º single do álbum “There is a World Outside That Door” editado em Outubro de 2016.

São 10 temas rock para ouvir de seguida e que não deixam ninguém indiferente!

“O álbum está muito mais rock do que pop, que até aqui marcava mais pontos na nossa sonoridade. Continuamos numa onda muito "british" com o uso de alguns sons eletrónicos, e os pianos "saltitantes" cheios de efeitos que são já marca do que fazemos continuam presentes”.

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''Este chão que pisamos'' é o titulo do novo disco de Pedro e os Lobos, que sublinha um caminho musical esteticamente marcado pela interligação de várias culturas e linhas musicais na busca de uma sonoridade própria.

Tendo as guitarras como figura central das suas composições, Pedro Galhoz continua a mostrar neste disco a sua paixão pela mistura de diferentes culturas, pelas bandas sonoras, pelo deserto e pelos clássicos da música americana que convivem aqui em harmonia com a lusofonia, na palavra e no sentimento.

''Este chão que pisamos'', é composto por sete temas originais em que os convidados Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta), Jorge Benvinda (Virgem Suta), Viviane, Joana Machado, Marisa Anunciação e Sónia Oliveira dão voz às palavras de Pedro Galhoz.

Para lá das canções com voz, este disco conta ainda com um tema instrumental “ Andaluzia” que pertence à banda sonora da curta metragem “ Luto branco”.

''Este chão que pisamos'' é mais um capitulo numa caminhada musical marcada pela vontade de fazer música entre amigos e consequentemente mostrar o resultado desse trabalho em disco e no palco.

 

Próximos Concertos

11 de Março |  Évora, Teatro Municipal Garcia de Resende

06 de Maio | Famalicão, Casa das Artes

The Code apresentam o EP “Estrada”

The Code apresentam o EP “Estrada” em formato digital.

Dois anos após a primeira atuação em público na Ilha de São Miguel (Açores) de onde são oriundos, The Code apresentam o primeiro trabalho de originais, “Estrada”.

Percorrendo vários estilos, desde o funk ao pop, passando pelo rock e pelo jazz, os 3 temas (“É o Amor”, “Hope Song”, “What’s Wrong With You”) que compõem o EP não irão deixar ninguém indiferente.

The Code são:

Marisa Oliveira (voz), Félix Medeiros (guitarra), Amadeu Medeiros (bateria), Hugo Medeiros (teclados) e André Ferreira (baixo).

The Code, um nome a fixar.

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5 velas ou 5 vinis?

Uma caixa e uma canção para o aniversário da Omnichord

Há cinco anos havia uma série de miúdos a quererem fazer música em Leiria. Ao longo desta meia década, onze projectos musicais da cidade foram associando o seu trabalho a este movimento, fazendo parte de uma família que é uma editora e ao mesmo tempo agência e promotora, e que nos últimos anos lançou mais de 15 discos e marcou concertos com esses projectos para mais de 50 festivais em oito países.

Para comemorar o 5º Aniversário, a Omnichord Records lança um tema composto em conjunto por cinco pessoas de diferentes projectos da editora e anuncia o lançamento de uma caixa de 5 vinis personalizados para a Record Store Day de 2017 .

A música inédita, Second Hand Battle, é uma colaboração conjunta entre os dois elementos dos Few Fingers com Surma, Luís Jerónimo (dos Nice Weather For Ducks) e Paulo Mouta Pereira (habitual técnico e produtor da Omnichord e músico de David Fonseca).

Os vinis (7" etched vinyls) inspiram-se nos quatro elementos da natureza (aos quais se acrescenta um quinto) e no disco mais valioso de sempre (o que foi enviado pela Voyager para o espaço), daí o grafismo que ocupa sempre uma das faces dos vinis.

Projectos musicais do catálogo da omnichord: (dentro de cada um há texto, fotos, streaming e vídeo)
http://omnichordrecords.com/pt/artistas-2/

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“Never Too Old”, A estreia voltaica dos Bless The Mess

Os lisboetas Bless the Mess são a prova viva de que o rock nacional está de boa saúde e recomenda-se. Na linha de uns compatriotas The Lazy Faithful ou Eat Bear, o quarteto estreia-se com o voltaico “Never Too Old”, num agitado diálogo entre pratos, baixo e guitarra eléctrica.

O tema assinala o primeiro lançamento da banda através do selo da Music For All e antecede a edição de um EP esperado no segundo trimestre deste ano.

Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual editarão um novo trabalho esperado no segundo trimestre do ano.

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Emma Ruth Rundle a 20 de Abril no Sabotage

A cantautora norte-americana Emma Ruth Rundle sobe ao palco do Sabotage Club, em Lisboa, no dia 20 de Abril, para apresentar «Marked for Death», numa estreia em solo nacional há muito aguardada.

Encontramos na folk taciturna de Emma Ruth Rundle uma esperança difusa, talvez até impercetível ao primeiro contacto, mas resoluta; uma luz ténue que percorre os intervalos de uma neblina de distorção e de uma tempestade de corações quebrados, de sufocos existenciais, de sentimentos de perda e de derrota.
 
É em «Marked for Death», o mais recente trabalho, que esta luz tímida transparece de forma mais firme na discografia de Emma Ruth Rundle, transformando-o num instrumento de auto-conhecimento e de catarse. Se Some Heavy Ocean, o disco de estreia, se apoiava maioritariamente em cândidos lamentos folk, em Marked for Death há um adensar da sonoridade, com camadas de guitarra distorcida que sobem à tona para sublinhar a emoção crua e sem artifícios que Rundle comunica nas suas composições.

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Ana Free apresenta videoclipe para California

Ana Free apresentou ontem o videoclipe para California, single que sucede a Killing Kind e a Say It To Me, extraídos do último EP – The Weight of The Soul – lançado em 2016.

California é uma canção que se destaca pela história que retrata e pela forma como foi produzida. O produtor, Rodrigo Crespo, pediu que a demo desta canção fosse gravada em estúdio num só take mas como a gravação correu tão bem, acabou por ser usada desta forma e sem edição final. É este pormenor que faz com que a musicalidade do tema California se torne tão único – por um lado o facto de ter sido uma gravação espontânea e por outro lado, pela forma como absorve a essência de uma atuação ao vivo.

O video, realizado pelo argentino Mariano Dawidson, foi filmado, ele também, num só take numa roda gigante em Los Angeles. Por um lado, os tons e as cores frias do video marcam uma tendência artística característica do trabalho de Ana Free, por outro lado, o contraste entre o parque de diversões e o visual mais obscuro da artista reflete os conflitos retratados nesta canção.

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