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Pedro Melo e a passagem à idade adulta

Crescer tem que se lhe diga. Dúvidas, temores e responsabilidades que temos que acatar enquanto nos despedimos do mundo que conhecemos. É um sentimento bem repercutido por “Time to Grow”, o novo single de Pedro Melo, delicada composição indie folk que nos traz à memória o cancioneiro de Passenger ou Damien Rice.

Depois de “Pete, The Little Giant”, este é já o segundo single retirado de “The Storyteller”, o registo de estreia do cantautor bracarense que já se encontra disponível para escuta nas principais plataformas digitais.Pedro Melo nasceu a 21 de Dezembro de 1993 em Braga, onde reside até aos dias de hoje. Com o gosto pela música despertado pelos discos dos anos 70 e 80 que escutava em casa, foi já enquanto adolescente, aos 14 de idade, inspirado pelo álbum “Where The Light Is” de John Mayer, que decidiu comprar a sua primeira guitarra clássica, que aprendeu a tocar sozinho. Dois anos mais tarde começaria por acompanhá-la também com a voz, tendo registado as primeiras experiências no YouTube.

Aos 17 formaria a sua primeira banda com outros dois amigos, os Giant’s Magazine, de onde resultaram canções como “Tartarus” e trechos de letras que mais tarde deram origem a faixas como “The Storyteller” ou “The Bourbon Tissue”.

 

Pouco depois ingressaria na Universidade do Minho onde estudou Engenharia Informática durante dois anos, até que optou por mudar para Economia. Durante esse período, Pedro foi atuando em alguns eventos académicos e expandindo a sua vertente de instrumentista, ao aprender a tocar de forma autónoma banjo, bandolim e ukulele.

Aos 21 de idade, detetado pelos populares covers do seu canal de YouTube, foi convidado a participar na terceira edição do programa The Voice (RTP1) onde, na equipa de Mickael Carreira, enfrentou as “Provas Cegas” e as “Batalhas”, tendo sido eliminado na fase do “Tira Teimas”.

Com a participação no concurso chegaram as primeiras actuações ao vivo em nome próprio: Doçaria História à Mesa, A Toca e a B Concept Store foram alguns dos espaços que acolheram os primeiros originais de Pedro Melo. Em 2017 edita o seu EP de estreia,“The Storyteller”, com o selo da Music In My Soul.

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Just Under lançam novo single “OCO”

Influenciados pelo pulsar da bateria, guarnecida pelo baixo cerrado e pelas guitarras obscuras, os Just Under continuam o seu percurso iniciado há mais de uma década. Prometendo novas sonoridades, mais sombrias e mais densas. OCO é a primeira faixa a cair deste novo trabalho. É o novo single da banda, divulgada ao público no dia 18 de Fevereiro.

Em OCO, Just Under discorrem sobre o romantismo ácido de numa despedida. Com bateria e cordas bem vincadas, exploram as linguagens do indie rock num registo muito característico do grupo. A maturidade do novo tema, dá conta dos 11 anos da banda, em que somam dois EP’s, dois álbuns e dezenas de concertos. Explorando novos temas e sonoridades, os  Just Under mantêm o seu compromisso com a produção da música livre e independente. A vitalidade da banda manifesta-se também na compulsão para a contínua reinvenção, bem expressa num dos versos do novo single: “Não olhes para trás/ Já não vivemos aí”.

Just Under é uma banda de Cem Soldos, Tomar. Surge em 2006 pela reunião de quatro membros com vontade de criar e dar a conhecer as suas próprias músicas. E OCO é o seu novo single.

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DENNY NEWMAN

Cantor / compositor (Manfred Mann’s Earth Band, The Mick Taylor Band (ex-Rolling Stones), Snowy White’s (Pink Floyd), Bluesdrivers...).

Denny vem a Portugal pela primeira vez, em Março, só para alguns concertos.

DN trabalhou com vários artistas como: Manfred  Mann, Jeff Beck, Cat Stevens, Jon Martyn, Kate Bush, Chris Rea, Mick Taylor, Snowy White, The Pirates, Van Morrison, The Yardbirds, Nine below Zero, Zoot Money e muitos, muitos mais. Em tour, percorreu os EUA, o Japão e toda a Europa com The Mick Taylor Band e, no ano passado, com Snowy White.

Denny  e o seu tema “Burying Ground” são incluídos em “The Tokyo Concerts” de Mick Taylor; tem sido descrito como “the best kept secret in British Blues”, tendo sido destacado na BBC e outras estações de Rádio e TV.

 

A SCRATCH BAND é formada por:

CHARLIE GARDNER (BAIXO)

Nascido em Londres, toca blues desde o início dos anos 60, quando o estilo surgiu pela primeira vez no cenário londrino.

Charlie tocou com The Sam Gopal Dream Band (anterior a Lemmy dos Motorhead se unir à banda), The Gothenburg Blues Band (Suécia, final dos anos 60), Skint com Sir Elton John e Beechy Colclough, The Roadhouse Blues Band (banda suporte de Status Quo), a grande lenda de Blues do Mississippi, RL Burnside, em tour pela Europa. Trabalhou com Alvin Youngblood Hart num tour no Reino Unido e, recentemente, tocou baixo para a legendária estrela dos anos 60 John Leyton and the Flames ("Johnny, Remember me") em todo o território do RU durante 2015.

Em outubro de 2016, trouxe o “Escape Committee” - Pete Sarge Frampton (ex-Poacher Country Band) e George Glover (Climax Blues Band) - para Lisboa e o BB Blues Festival na Moita e, como a Wicked Pictures Productions, tenciona trazer mais amigos músicos para Portugal num futuro próximo!

 

LENNY FALCON (BATERIA, VOZ)

O holandês Lenny estudou percussão na escola de música Sweelinck Conservatorium, em Amsterdão, em meados de 1970.

Após vários anos na música clássica, passou a tocar bateria em bandas de Rock’n’Roll na Holanda.

Juntou-se à banda de rock “Old Tennis Shoes” e percorreu toda a Europa por quase duas décadas, apoiando outras bandas como Ten Years After, Frankie Miller, The Groundhogs, Dr Feelgood, Herman Brood e Wild Romance.

LF tocou também com muitos outros artistas, como Gary P Nunn, The Country Pickers e Pride of Texas; igualmente fez tours com Mason Casey e Zack Zunis (Lester Butler Band) e trabalhou em projetos com o bem conhecido Popa Chubby.

ODRAN B LIVAS ("B"!) (TECLADO, GUITARRA, VOZ)

Nascido em Bayonne, França, mudou-se para o Reino Unido em adolescente.

Odran passou a estudar música e composição contemporânea no Dartington College of Arts e adquiriu um Mestrado em Etnomusicologia no Exmouth College. Trabalhou como guitarrista com músicos e compositores instrumentais, como PeeWee Ellis Quintet, Johnny Lippiett Quintet, Harry S Fulcher Quartet e Sextet.

Foi membro fundador do coletivo “Q” (Londres) e gravou em álbuns do Club Brasil (Sangue Latino), Louise Parker (Do not Explain), Manos (Andalusian) e Fuse (Another Road South) assim como com composições em álbuns de Dalata (“Songs from the Tin”) e Andrew Darlinson Trio (“Os Ibiscus da Luz”).

OBL escreveu os temas dos filmes “Six Foot Square” de Emma George, “Five Days” e “Street Perfume” de Miguel Luz. Em 2010 mudou-se para Portugal, tocando teclado e guitarra com várias bandas. É, com crédito, um membro da Ondajazz House Band e os seus recentes projetos incluem tocar com Rawfish lx.

 

SUPPORT ACT:  CAROLINE DAWSON

A cantora / compositora Caroline Dawson nasceu em Oslo, Noruega e vive em Portugal há 25 anos.

Começou a tocar piano aos 6 anos de idade e fez parte do duo de rock Pretty Goners na Noruega. Em 2001 lançou o seu primeiro EP e duas das canções foram usadas no soundtrack de duas telenovelas brasileiras, “As Filhas da Mãe” e “Mulheres Apaixonadas”. Tocou a solo em vários locais de Lisboa e durante o Campeonato Europeu de Futebol de 2004, lançando o seu primeiro álbum “Have you felt the change?” em 2013.

Sobre este álbum foi dito: “Caroline’s songs are simple, yet heartfelt, melodies and stories so beautifully sombre that they require no labelling.”

CD tocou no Teatro do Bairro, Fábrica Braço de Prata e Pensão Amor em Lisboa, bem como no Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra. Fez parte do Coro Gulbenkian em Lisboa, interpretando “Carmina Burana” e colabora regularmente como compositora de outros artistas.

O último single “Some Days Lullaby” e o novo álbum “Enigma” foram lançados em 2016 em Portugal e on-line em todo o mundo.

Recentemente, ganhou o prémio de Melhor Álbum Folk/cantautor pela Akademia Music Awards: “This compact but dense collection of folk / singer-songwriter riches is unrelentingly emphatic and persuasive due to its smooth-as-silk diction and conscious messages.”

Atualmente está a trabalhar num novo projeto de rock / blues / funk, THE CAROLINE DAWSON BAND.

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CONCERTOS:

 

SEXTA-FEIRA, 3 DE MARÇO ... BAFO DE BACO, LOULÉ, ALGARVE

 

SÁBADO, 4 DE MARÇO ... CASINO ESTORIL, ESTORIL, LISBOA

DOMINGO, 5 DE MARÇO ... STAIRWAY CLUB, CASCAIS, LISBOA

 

“Dancers” é o 2º single do álbum “There is a World Outside That Door” editado em Outubro de 2016.

São 10 temas rock para ouvir de seguida e que não deixam ninguém indiferente!

“O álbum está muito mais rock do que pop, que até aqui marcava mais pontos na nossa sonoridade. Continuamos numa onda muito "british" com o uso de alguns sons eletrónicos, e os pianos "saltitantes" cheios de efeitos que são já marca do que fazemos continuam presentes”.

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''Este chão que pisamos'' é o titulo do novo disco de Pedro e os Lobos, que sublinha um caminho musical esteticamente marcado pela interligação de várias culturas e linhas musicais na busca de uma sonoridade própria.

Tendo as guitarras como figura central das suas composições, Pedro Galhoz continua a mostrar neste disco a sua paixão pela mistura de diferentes culturas, pelas bandas sonoras, pelo deserto e pelos clássicos da música americana que convivem aqui em harmonia com a lusofonia, na palavra e no sentimento.

''Este chão que pisamos'', é composto por sete temas originais em que os convidados Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta), Jorge Benvinda (Virgem Suta), Viviane, Joana Machado, Marisa Anunciação e Sónia Oliveira dão voz às palavras de Pedro Galhoz.

Para lá das canções com voz, este disco conta ainda com um tema instrumental “ Andaluzia” que pertence à banda sonora da curta metragem “ Luto branco”.

''Este chão que pisamos'' é mais um capitulo numa caminhada musical marcada pela vontade de fazer música entre amigos e consequentemente mostrar o resultado desse trabalho em disco e no palco.

 

Próximos Concertos

11 de Março |  Évora, Teatro Municipal Garcia de Resende

06 de Maio | Famalicão, Casa das Artes

The Code apresentam o EP “Estrada”

The Code apresentam o EP “Estrada” em formato digital.

Dois anos após a primeira atuação em público na Ilha de São Miguel (Açores) de onde são oriundos, The Code apresentam o primeiro trabalho de originais, “Estrada”.

Percorrendo vários estilos, desde o funk ao pop, passando pelo rock e pelo jazz, os 3 temas (“É o Amor”, “Hope Song”, “What’s Wrong With You”) que compõem o EP não irão deixar ninguém indiferente.

The Code são:

Marisa Oliveira (voz), Félix Medeiros (guitarra), Amadeu Medeiros (bateria), Hugo Medeiros (teclados) e André Ferreira (baixo).

The Code, um nome a fixar.

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Jimmy P contra a Violência no Namoro

Jimmy P contra a Violência no Namoro com a campanha “Amar-te e Respeitar-te”

Jimmy P apresentou o projecto pedagógico de combate à Violência no Namoro - “Amar-te e Respeitar-te”. O lançamento desta campanha de interacção e proximidade com os jovens, promovida pela betweien em parceria com Jimmy P, coincidiu com a comemoração do Dia dos Namorados, e foi apresentada na Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e em Braga, no auditório Galécia, e de seguida, na Escola Secundária Vergílio Ferreira, em Lisboa.

O projecto assenta num livro, com três histórias sobre Violência No Namoro, e espaço em branco para, a partir dos instrumentais com letra de Jimmy P sobre esta temática, disponíveis para descarga no site da campanha, os alunos escreverem as suas próprias letras, criando versões alternativas das canções originais.

“Amar-te e Respeitar-te” é um projecto pedagógico que visa capacitar e dotar os/as jovens de ferramentas de diagnóstico e prevenção de comportamentos agressivos nas relações de namoro. O livro conta ainda com um capítulo de apoio à preparação de uma campanha de sensibilização sobre a problemática, tendo o projecto vários formatos para se apresentar nas escolas portuguesas.

Saiba mais sobre este projecto em:

www.amar-teerespeitar-te.com

www.facebook.com/amarteerespeitartejimmyp

A Câmara Municipal de Coruche e a Windpassenger apresentam a primeira edição do “RUBIS GÁS UP - FESTIVAL INTERNACIONAL DE BALONISMO CORUCHE PORTUGAL”.

O evento terá lugar no dia 15 de fevereiro, às 16h00, no Observatório do Sobreiro e da Cortiça, na zona industrial de Coruche e contará com a presença do Senhor Presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, António Ceia da Silva, do Presidente da Câmara Municipal de Coruche, Francisco Oliveira, representante da Quercus, Domingos Patacho, do Diretor Geral da Rubis Energia Portugal, S.A., Arnaud Havard, empresa patrocinadora do evento, e o Diretor de Operações da Windpassenger, Guido Santos, empresa organizadora do evento.

No final será realizado um voo em balão de ar quente, com a duração de uma hora.

Emma Ruth Rundle a 20 de Abril no Sabotage

A cantautora norte-americana Emma Ruth Rundle sobe ao palco do Sabotage Club, em Lisboa, no dia 20 de Abril, para apresentar «Marked for Death», numa estreia em solo nacional há muito aguardada.

Encontramos na folk taciturna de Emma Ruth Rundle uma esperança difusa, talvez até impercetível ao primeiro contacto, mas resoluta; uma luz ténue que percorre os intervalos de uma neblina de distorção e de uma tempestade de corações quebrados, de sufocos existenciais, de sentimentos de perda e de derrota.
 
É em «Marked for Death», o mais recente trabalho, que esta luz tímida transparece de forma mais firme na discografia de Emma Ruth Rundle, transformando-o num instrumento de auto-conhecimento e de catarse. Se Some Heavy Ocean, o disco de estreia, se apoiava maioritariamente em cândidos lamentos folk, em Marked for Death há um adensar da sonoridade, com camadas de guitarra distorcida que sobem à tona para sublinhar a emoção crua e sem artifícios que Rundle comunica nas suas composições.

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Depois de um single contagiante, de seu nome “Jah Of Creation”, e de um álbum de estreia surpreendente - “Creation” - chega-nos uma série de concertos intimistas dos Soul Brothers Empire onde o rock, o reggae e os ritmos fortes e viciantes não vão faltar!

Esta irmandade tem raízes em Proença-a-Nova e durante os meses de Janeiro, Fevereiro e Abril vão passar pelas FNAC de Alfragide, Vasco da Gama, Almada e Leiria, respectivamente. Confira abaixo todas as datas das actuações de uma das apostas nacionais da Music For All!

 

21.01 | FNAC @ Alfragide, 17h

28.01 | FNAC @ Vasco da Gama, 17h

18.02 | FNAC @ Almada, 17h

15.04 | FNAC @ Leiria, 17h

 

Naturais de Proença-a-Nova e existentes desde 2010, os Soul Brothers Empire são um coletivo composto por Gil Henriques (voz e guitarra), Claúdio Mendes (bateria), Joka (guitarra ritmo) e Pedro Martins (baixo) que assume influências do reggae, punk, rock e ska numa fusão única.

No currículo contam com presenças em vários festivais direcionados ao público jovem, como a Queima das Fitas de Coimbra, a Semana Académica da Covilhã, a Semana Académica de Castelo Branco, o Enterro do Caloiro de Aveiro (onde partilharam o palco com os Natiruts), entre muitos outros concertos de Norte a Sul do país, fazendo sempre vibrar o público por onde passam.

A participação no Rock Rendez Worten em 2011 permitiu-lhes chegar ao palco do Musicbox, em Lisboa, sendo que dois anos depois marcaram presença na mítica Festa do Avante. Mais recentemente foram convidados do “5 Para a Meia-noite” (RTP1) e subiram ao palco do Hard Rock Café.

“Creation”, o longa-duração de estreia, chegou em 2014 e com ele trouxe singles pegadiços como “Free To Go”, “Soul Brothers” ou “Jah of Creation”.

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