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Os últimos meses foram intensos para Kadypslon. Lançou o álbum de estreia, “Refúgio”, do qual já foram extraídos dois singles, “Malta Perdida” e “A Cultura” e percorreu as lojas FNAC de Lisboa. Agora prepara-se para rumar ao Algarve para mais dois showcases levando o hip hop até ao sul do país!

Nos dias 14 e 15 de Abril, Kadypslon atuará na FNAC Faro e na FNAC AlgarveShopping, respetivamente, sendo estas duas oportunidades únicas para escutar ao vivo um dos mais ativos valores da cena hip hop nacional.

14.04 | FNAC @ Faro, 16h

15.04 | FNAC @ AlgarveShopping, 16h

Nascido em meados dos anos 90 nos subúrbios de Lisboa, em Santo António dos Cavaleiros, Kadypslon descobriu por volta dos 14 anos a paixão pela poesia e pelo movimento hip hop.

Durante cinco anos foi aperfeiçoando o seu dom juntamente com dois primos, até que decidiu emigrar, devido à falta de condições e oportunidades no seu país.

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Venda e bilhetes ilegais na mira da ASAE

 Venda e bilhetes ilegais na mira da ASAE

 

 

A ASEA vai passar a exercer um maior controlo e fiscalização no que diz respeito à venda ilegal de bilhetes para festivais e concertos. Na mira estão vendas efetuadas nas plataformas digitais e grupos de redes sociais. A venda de ingressos acima do preço estabelecido constitui um crime de especulação ao abrigo do decreto de lei 28/84, que se enquadra nos delitos antieconómicos. Foram já efetuadas várias detenções nesta operação denominada “operação Concerto on Line”. Sobre escrutínio estão os festivais e concertos com maior afluência ou com bilhetes já esgotados. 

Fly the Sun e Bless the Mess, duas das novas forças emergentes do rock nacional, unem esforços para uma noite repleta de eletricidade a rodos com a chancela da Music For All, no Texas Bar em Leiria, a 15 de Abril.

Ambos os concertos servirão de apresentação aos registos de estreia da banda – o EP homónimo já editado dos Fly The Sun e “Low Blow” dos Bless the Mess, a ser editado no início de Maio – estando a abertura de portas prevista para as 22h e os bilhetes já disponíveis ao preço de 4€.

É das mentes criativas, e inquietas, de Mike Simões (voz e guitarra/piano), Filipe Guerreiro (guitarra), Paulo Ferreira (bateria) e Carlos Mano (baixo) que brotam as letras e músicas dos Fly The Sun. Esta jovem banda lusitana, de raízes bem firmadas no pop/rock alternativo, elege como maiores influências projectos tão díspares quanto Guns N’ Roses, Coldplay ou mesmo das sonoridades fortes e agressivas da década de 80 ao bom indie do Século XXI.

No início de 2017 editam o EP de estreia homónimo - que recolhe as já citadas influências em cinco inéditos de inegável solidez, já apresentado ao vivo em espaços como o Musicbox e B.Leza. Os Bless the Mess, por seu lado, são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal. Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual editarão um novo trabalho esperado no segundo trimestre do ano.

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DENNY NEWMAN

Cantor / compositor (Manfred Mann’s Earth Band, The Mick Taylor Band (ex-Rolling Stones), Snowy White’s (Pink Floyd), Bluesdrivers...).

Denny vem a Portugal pela primeira vez, em Março, só para alguns concertos.

DN trabalhou com vários artistas como: Manfred  Mann, Jeff Beck, Cat Stevens, Jon Martyn, Kate Bush, Chris Rea, Mick Taylor, Snowy White, The Pirates, Van Morrison, The Yardbirds, Nine below Zero, Zoot Money e muitos, muitos mais. Em tour, percorreu os EUA, o Japão e toda a Europa com The Mick Taylor Band e, no ano passado, com Snowy White.

Denny  e o seu tema “Burying Ground” são incluídos em “The Tokyo Concerts” de Mick Taylor; tem sido descrito como “the best kept secret in British Blues”, tendo sido destacado na BBC e outras estações de Rádio e TV.

 

A SCRATCH BAND é formada por:

CHARLIE GARDNER (BAIXO)

Nascido em Londres, toca blues desde o início dos anos 60, quando o estilo surgiu pela primeira vez no cenário londrino.

Charlie tocou com The Sam Gopal Dream Band (anterior a Lemmy dos Motorhead se unir à banda), The Gothenburg Blues Band (Suécia, final dos anos 60), Skint com Sir Elton John e Beechy Colclough, The Roadhouse Blues Band (banda suporte de Status Quo), a grande lenda de Blues do Mississippi, RL Burnside, em tour pela Europa. Trabalhou com Alvin Youngblood Hart num tour no Reino Unido e, recentemente, tocou baixo para a legendária estrela dos anos 60 John Leyton and the Flames ("Johnny, Remember me") em todo o território do RU durante 2015.

Em outubro de 2016, trouxe o “Escape Committee” - Pete Sarge Frampton (ex-Poacher Country Band) e George Glover (Climax Blues Band) - para Lisboa e o BB Blues Festival na Moita e, como a Wicked Pictures Productions, tenciona trazer mais amigos músicos para Portugal num futuro próximo!

 

LENNY FALCON (BATERIA, VOZ)

O holandês Lenny estudou percussão na escola de música Sweelinck Conservatorium, em Amsterdão, em meados de 1970.

Após vários anos na música clássica, passou a tocar bateria em bandas de Rock’n’Roll na Holanda.

Juntou-se à banda de rock “Old Tennis Shoes” e percorreu toda a Europa por quase duas décadas, apoiando outras bandas como Ten Years After, Frankie Miller, The Groundhogs, Dr Feelgood, Herman Brood e Wild Romance.

LF tocou também com muitos outros artistas, como Gary P Nunn, The Country Pickers e Pride of Texas; igualmente fez tours com Mason Casey e Zack Zunis (Lester Butler Band) e trabalhou em projetos com o bem conhecido Popa Chubby.

ODRAN B LIVAS ("B"!) (TECLADO, GUITARRA, VOZ)

Nascido em Bayonne, França, mudou-se para o Reino Unido em adolescente.

Odran passou a estudar música e composição contemporânea no Dartington College of Arts e adquiriu um Mestrado em Etnomusicologia no Exmouth College. Trabalhou como guitarrista com músicos e compositores instrumentais, como PeeWee Ellis Quintet, Johnny Lippiett Quintet, Harry S Fulcher Quartet e Sextet.

Foi membro fundador do coletivo “Q” (Londres) e gravou em álbuns do Club Brasil (Sangue Latino), Louise Parker (Do not Explain), Manos (Andalusian) e Fuse (Another Road South) assim como com composições em álbuns de Dalata (“Songs from the Tin”) e Andrew Darlinson Trio (“Os Ibiscus da Luz”).

OBL escreveu os temas dos filmes “Six Foot Square” de Emma George, “Five Days” e “Street Perfume” de Miguel Luz. Em 2010 mudou-se para Portugal, tocando teclado e guitarra com várias bandas. É, com crédito, um membro da Ondajazz House Band e os seus recentes projetos incluem tocar com Rawfish lx.

 

SUPPORT ACT:  CAROLINE DAWSON

A cantora / compositora Caroline Dawson nasceu em Oslo, Noruega e vive em Portugal há 25 anos.

Começou a tocar piano aos 6 anos de idade e fez parte do duo de rock Pretty Goners na Noruega. Em 2001 lançou o seu primeiro EP e duas das canções foram usadas no soundtrack de duas telenovelas brasileiras, “As Filhas da Mãe” e “Mulheres Apaixonadas”. Tocou a solo em vários locais de Lisboa e durante o Campeonato Europeu de Futebol de 2004, lançando o seu primeiro álbum “Have you felt the change?” em 2013.

Sobre este álbum foi dito: “Caroline’s songs are simple, yet heartfelt, melodies and stories so beautifully sombre that they require no labelling.”

CD tocou no Teatro do Bairro, Fábrica Braço de Prata e Pensão Amor em Lisboa, bem como no Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra. Fez parte do Coro Gulbenkian em Lisboa, interpretando “Carmina Burana” e colabora regularmente como compositora de outros artistas.

O último single “Some Days Lullaby” e o novo álbum “Enigma” foram lançados em 2016 em Portugal e on-line em todo o mundo.

Recentemente, ganhou o prémio de Melhor Álbum Folk/cantautor pela Akademia Music Awards: “This compact but dense collection of folk / singer-songwriter riches is unrelentingly emphatic and persuasive due to its smooth-as-silk diction and conscious messages.”

Atualmente está a trabalhar num novo projeto de rock / blues / funk, THE CAROLINE DAWSON BAND.

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CONCERTOS:

 

SEXTA-FEIRA, 3 DE MARÇO ... BAFO DE BACO, LOULÉ, ALGARVE

 

SÁBADO, 4 DE MARÇO ... CASINO ESTORIL, ESTORIL, LISBOA

DOMINGO, 5 DE MARÇO ... STAIRWAY CLUB, CASCAIS, LISBOA

 

A Câmara Municipal de Coruche e a Windpassenger apresentam a primeira edição do “RUBIS GÁS UP - FESTIVAL INTERNACIONAL DE BALONISMO CORUCHE PORTUGAL”.

O evento terá lugar no dia 15 de fevereiro, às 16h00, no Observatório do Sobreiro e da Cortiça, na zona industrial de Coruche e contará com a presença do Senhor Presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, António Ceia da Silva, do Presidente da Câmara Municipal de Coruche, Francisco Oliveira, representante da Quercus, Domingos Patacho, do Diretor Geral da Rubis Energia Portugal, S.A., Arnaud Havard, empresa patrocinadora do evento, e o Diretor de Operações da Windpassenger, Guido Santos, empresa organizadora do evento.

No final será realizado um voo em balão de ar quente, com a duração de uma hora.

Emma Ruth Rundle a 20 de Abril no Sabotage

A cantautora norte-americana Emma Ruth Rundle sobe ao palco do Sabotage Club, em Lisboa, no dia 20 de Abril, para apresentar «Marked for Death», numa estreia em solo nacional há muito aguardada.

Encontramos na folk taciturna de Emma Ruth Rundle uma esperança difusa, talvez até impercetível ao primeiro contacto, mas resoluta; uma luz ténue que percorre os intervalos de uma neblina de distorção e de uma tempestade de corações quebrados, de sufocos existenciais, de sentimentos de perda e de derrota.
 
É em «Marked for Death», o mais recente trabalho, que esta luz tímida transparece de forma mais firme na discografia de Emma Ruth Rundle, transformando-o num instrumento de auto-conhecimento e de catarse. Se Some Heavy Ocean, o disco de estreia, se apoiava maioritariamente em cândidos lamentos folk, em Marked for Death há um adensar da sonoridade, com camadas de guitarra distorcida que sobem à tona para sublinhar a emoção crua e sem artifícios que Rundle comunica nas suas composições.

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Depois de um single contagiante, de seu nome “Jah Of Creation”, e de um álbum de estreia surpreendente - “Creation” - chega-nos uma série de concertos intimistas dos Soul Brothers Empire onde o rock, o reggae e os ritmos fortes e viciantes não vão faltar!

Esta irmandade tem raízes em Proença-a-Nova e durante os meses de Janeiro, Fevereiro e Abril vão passar pelas FNAC de Alfragide, Vasco da Gama, Almada e Leiria, respectivamente. Confira abaixo todas as datas das actuações de uma das apostas nacionais da Music For All!

 

21.01 | FNAC @ Alfragide, 17h

28.01 | FNAC @ Vasco da Gama, 17h

18.02 | FNAC @ Almada, 17h

15.04 | FNAC @ Leiria, 17h

 

Naturais de Proença-a-Nova e existentes desde 2010, os Soul Brothers Empire são um coletivo composto por Gil Henriques (voz e guitarra), Claúdio Mendes (bateria), Joka (guitarra ritmo) e Pedro Martins (baixo) que assume influências do reggae, punk, rock e ska numa fusão única.

No currículo contam com presenças em vários festivais direcionados ao público jovem, como a Queima das Fitas de Coimbra, a Semana Académica da Covilhã, a Semana Académica de Castelo Branco, o Enterro do Caloiro de Aveiro (onde partilharam o palco com os Natiruts), entre muitos outros concertos de Norte a Sul do país, fazendo sempre vibrar o público por onde passam.

A participação no Rock Rendez Worten em 2011 permitiu-lhes chegar ao palco do Musicbox, em Lisboa, sendo que dois anos depois marcaram presença na mítica Festa do Avante. Mais recentemente foram convidados do “5 Para a Meia-noite” (RTP1) e subiram ao palco do Hard Rock Café.

“Creation”, o longa-duração de estreia, chegou em 2014 e com ele trouxe singles pegadiços como “Free To Go”, “Soul Brothers” ou “Jah of Creation”.

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Pedro e os Lobos em Faro dia 17 de Dezembro

'Este chão que pisamos'' é o título deste novo disco de Pedro e os Lobos, que sublinha um caminho musical esteticamente marcado pela interligação de várias culturas e linhas musicais na busca de uma sonoridade própria.

Tendo as guitarras como figura central das suas composições, Pedro Galhoz continua a mostrar neste disco a sua paixão pela mistura de diferentes culturas, pelas bandas sonoras, pelo deserto e pelos clássicos da música americana que convivem aqui em harmonia com a lusofonia na palavra e no sentimento.

''Este chão que pisamos'' é composto por sete temas originais em que os convidados Adolfo Luxuria Canibal (Mão Morta), Jorge Benvinda (Virgem Suta), Viviane, Joana Machado, Marisa Anunciação e Sónia Oliveira dão voz às palavras de Pedro Galhoz.

Para lá das canções com voz, este disco conta ainda com um tema instrumental “ Andaluzia” que pertence à banda sonora da curta-metragem “ Luto branco”.

''Este chão que pisamos'' é mais um capítulo numa caminhada musical marcada pela vontade de fazer música entre amigos e consequentemente mostrar o resultado desse trabalho em disco e no palco.

Ao vivo, no dia 17 de Dezembro, Clube Farense.

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Ghost Hunt ao vivo nos Maus Hábitos

16 Dezembro no Porto - 22h30

Álbum de estreia homónimo já disponível (ed. Lux Records)

"Games", single de avanço do primeiro trabalho de um dos mais interessantes projectos musicais portugueses dos últimos anos, já roda nas rádios

Os Ghost Hunt são uma das bandas escolhidas para a próxima noite Super Nova.

O conceito é simples: um cabeça de cartaz, duas bandas emergentes e um DJ para prolongar a noite. São assim as noites de Dezembro no bar Maus Hábitos, no Porto.

Pedro Oliveira [ex-Spider, Blarmino] e Pedro Chau [baixista dos The Parkinsons], levam assim, pela primeira vez ao Porto, o extraordinário conjunto de temas incluídos no álbum de estreia, todos construídos à volta de sintetizadores e guitarras, exercício estético de acumulação e transfiguração de inúmeras referências musicais.

Dia 16 de Dezembro, pelas 22h30, nos Maus Hábitos.

A entrada é entrada livre.

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Espectáculo dos Moonspell no Campo Pequeno em DVD

Os MOONSPELL comentam, por Fernando Ribeiro (voz): “Nunca nenhum de nós poderia ter antecipado isto. De todo. Esta possibilidade (tornada real) de após 20 anos, de estar a celebrar um disco e, porque não, uma época de grande música, de fusão, de experimentalismo e liberdade. Este disco será sempre o nosso ponto alto. A nossa pedra de toque. Não que os outros discos sejam menores, nada disso. É só que com o Irreligious sentimos que fazemos parte de um estilo novo, uma fusão nova que nascia ali e a qual estávamos ajudar a definir. Algo Europeu, com a marca Portuguesa, algo novo no Underground, algo clássico, místico. Um belo animal, nascido do encontro de uma noite eterna entre metal e goth. Um filho deles. Iremos tocar alguns concertos para celebrar estas duas décadas. Em Portugal (visitem-nos!), pela Europa…apareçam. E…finalmente, graças à Century Media, a editora que nos descobriu e abriu portas, iremos também trabalhar numa edição em vinil do single Opium (mais novidades em breve). Enfim, razões para celebrar connosco pois quando se celebra pela música, a celebração torna-se viva, num valor que nunca como agora foi posto em causa, que nunca esteve tão frágil num mundo que se recusa a livrar-se do fanatismo da religião. A música abraça valores mais altos e escolheram sempre a beleza em vez do terror."

OPIUM

“É a nossa canção mais conhecida. Se fossemos uma banda Pop/Rock, teria sido o nosso one hit wonder, os nossos 3 minutos de fama. Mas não foi. Tornou-se sim numa canção que atravessou países, mudou mentalidades e trouxe muita gente diferente ao contacto com os Moonspell. Já tocamos a Opium em clubes para muita gente, para pouca; para festivais massivos, em festas de aldeia. Elétrica, acústica, nas melhores listas de karaoke, em adegas entre amigos, em quartos fechados, em África, América, Austrália, Europa, Ásia. Em Portugal. Em Casablanca. Em Pequim. Ontem, hoje , amanhã, sempre connosco unindo os nossos fãs, salvando concertos, arrancando pessoas dos sofás para a pista dos clubes mais dark de Berlim ou Lisboa.”

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