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O quarteto lisboeta Fly the Sun estreia-se com o reivindicativo “Shout”, agitado tema rock alternativo mergulhado em influências de contemporâneos como Foo Fighters ou Interpol e no melhor espírito indie de bandas como Death Cab for Cutie ou Two Door Cinema Club.

Este é o primeiro lançamento da banda através do selo da Music For All e antecede a edição de um EP esperado no primeiro semestre do próximo ano.

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É das mentes criativas, e inquietas, de Mike Simões, Filipe Guerreiro, Paulo Ferreira e Carlos Mano que brotam as letras, e músicas, dos Fly The Sun. Esta jovem banda lusitana, de raízes bem firmadas no pop/rock alternativo, elege como maiores influências projectos tão díspares quanto Guns N’ Roses, Coldplay ou mesmo das sonoridades fortes e agressivas da década de 80 ao bom indie do Século XXI.

De Setúbal para o mundo. É este o trajecto que Carlos Mano, o baixista dos Fly The Sun, pretende percorrer. O amor pela música levaram a que trocasse recentemente o papel de mero apreciador, e crítico, pelo de membro de uma banda de amigos. Diz a lenda que pretendia adquirir uma guitarra eléctrica contudo, fruto do acaso ou do destino ele próprio, foi no baixo que viria a focar toda a sua energia e talento. Autodidacta, curioso por defeito e criativo por feitio, é perfeccionista e o mais calmo dos quatro. Assume sem complexos a sua paixão pelo festival Paredes de Coura e coloca Arctic Monkeys e Ornatos Violeta num patamar de excelência, elevando-os ao estatuto de maiores referências da sua existência musical.

Miguel Simões (também conhecido como Mike Simões ou, simplesmente, MS) tem origens geográficas em Odivelas e musicais no majestoso piano. Aos 13 anos, apenas dois depois de ter iniciado a aprendizagem de tão exigente instrumento, abandona as aulas dando continuidade à sua evolução em casa. Anos mais tarde sente o chamamento da guitarra clássica e, aproveitando um antigo exemplar do seu avô, inicia-se sozinho nesse versátil instrumento. A boa educação musical dos seus pais, baseada fortemente nas profícuas décadas de 70 e 80, despertam-lhe o interesse pela composição em inglês, trazendo assim ao de cima uma faceta que ele próprio desconhecia. Descreve-se como “um romântico puro, movido pelo cavalheirismo do gentleman que era Sinatra, mas também pelos Loucos Anos 20”, centra sempre o seu foco na mensagem de cada tema e elege como bandas favoritas os Coldplay e os R.E.M.

Paulo Ferreira, o terceiro de quatro membros da banda, tem raízes em Famões e é dono e senhor da bateria. Entre as suas maiores influências e inspirações musicais estão clássicos eternos das décadas de 70 e 80, da música nacional e internacional, estando Queen no topo das suas preferências. A bateria surge na sua vida…por influência de Mike, amigo de longa data que muito o motivou. Iniciou-se numa bateria eléctrica e, no final de 2015, apostou numa bateria acústica. Descrito como calmo, divertido e ponderado orgulha-se de ser autodidacta e é visto pelos restantes colegas como um exemplo de esforço, querer e dedicação.

É do belo município de Oeiras que provém o quarto, e último, membro dos Fly The Sun. Filipe Guerreiro é o guitarrista de serviço e o complemento perfeito para o trio apresentado acima. A relação que o une à guitarra começou aos 13 anos quando se interrogou na razão para a velha guitarra do progenitor não ser devidamente usada. A resposta surpreendeu-o e acabou por definir o seu futuro: descobriu que em tempos o pai tinha feito parte de uma banda. Após três anos de aulas de guitarra desiste, continuando o seu percurso por iniciativa própria ao dedicar quatro horas diárias ao versátil instrumento. Criativo nato, envolve-se em todas as fases de composição, intervindo inclusivamente nos restantes instrumentos, assumindo um papel preponderante em todas as criações do quarteto. Embora seja o elemento mais novo é unanimemente considerado o mais sapiente, destacando-se a influência do Rock N’ Roll dos anos 80 e 90 e, em particular, das vozes e percursos de Andy Timmons, Paul Gilbert ou Nuno Bettencourt.

É deste caldeirão de influências, e de uma amizade impar e inabalável, que nascem os Fly The Sun. O céu é o limite, mas nem podia ser de outra forma. Afinal estes são os rapazes que querem “Voar o Sol”, quebrar barreiras e espalhar mensagens fortes e inspiradoras.

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 Ghost Hunt - "Games" é o primeiro single

"Games" é o single de avanço do primeiro trabalho de um dos mais interessantes projectos musicais portugueses dos últimos anos.

02 Dez / VALE DE CAMBRA / Associação Vale de Pandora

03 Dez / AVEIRO / Aveiroshima

07 Dez / LISBOA / Sabotage - 23h

O novo projecto de Pedro Oliveira, ex-Spider, Blarmino, e Pedro Chau, baixista dos The Parkinsons, apresenta finalmente o seu álbum de estreia, conjunto exemplar de temas construídos à volta de sintetizadores e guitarras, exercício estético de acumulação e transfiguração de inúmeras referências musicais. O single de apresentação chama-se "Games" e já tem vídeo. A banda chega a Lisboa, no dia 7 de Dezembro, para concerto de apresentação no Sabotage.

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Pedro e os Lobos com novo single

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"Um dia assim" feat. Jorge Benvinda dos Virgem Suta

''Este chão que pisamos'' é o titulo deste novo disco de Pedro e os Lobos, que sublinha um caminho musical esteticamente marcado pela interligação de várias culturas e linhas musicais na busca de uma sonoridade própria.

Tendo as guitarras como figura central das suas composições, Pedro Galhoz continua a mostrar neste disco a sua paixão pela mistura de diferentes culturas, pelas bandas sonoras, pelo deserto e pelos clássicos da música americana que convivem aqui em harmonia com a lusofonia na palavra e no sentimento.

''Este chão que pisamos'' é composto por sete temas originais em que os convidados Adolfo Luxuria Canibal (Mão Morta), Jorge Benvinda (Virgem Suta), Viviane, Joana Machado, Marisa Anunciação e Sónia Oliveira dão voz às palavras de Pedro Galhoz.

Para lá das canções com voz, este disco conta ainda com um tema instrumental “ Andaluzia” que pertence à banda sonora da curta metragem “ Luto branco”.

''Este chão que pisamos'' é mais um capitulo numa caminhada musical marcada pela vontade de fazer música entre amigos e consequentemente mostrar o resultado desse trabalho em disco e no palco.

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Estar Presente

Depois de terem  o rapper Vilão como convidado em estúdio para “A Minha História”, os Prismatic regressam com um single dedicado à época festiva que em breve se iniciará. "Estar Presente"
Com distribuição mundial a partir de dia 14 de novembro, o single a
ntecede o álbum de estreia de Primastic, em produção.

É um trio que actualmente se apresenta com duas das várias vertentes de um prisma cheio de surpresas musicais.

Apresentada a banda Portuguesa, em 2013, com o single XXI, numa versão pop/electrónico. Em 2014,  viaja até aos EUA para nas mãos do conceituado e vencedor de Grammy Awards, Mr. Bob Katz, para que seja finalizado o EP de 3 temas intitulado Prismático que é exposto ao público através de 3 videoclipes. Um dos temas - "Prismático" - conta com Miguel Moura dos Santos como convidado e pode ser visto aqui.

Tiago Pimentel               

Aka Tryambaka mantém uma ligação à música desde a sua infância. A música clássica faz parte da sua formação inicial mas seria o poder da música electrónica, posteriormente marcada pelo trance, que mais iria influenciar a sua cultura artística e criar o movimento frenético e dançável dos Prismatic.

André Prista

Desde cedo começou a usar o lado criativo para dar vida aos seus temas musicais como letrista, compositor e produtor musical. Técnico de som com experiência profissional com nomes como Bob Katz e Brian “Big Bass Brian” Gardner ou músicos como Henning Basse, André Matos e Rafael Bittencourt ajudaram para que o vasto leque de influências e experiências tornassem rica e melodiosa a sonoridade das guitarras e composições dos Prismatic.

Nuno Ramos

Assume-se como um compositor que cria, desde há muito, as suas músicas. O seu vasto leque de influências musicais e experiência como músico de palco marcam a sua versatilidade, coesão, força e paixão por criar e dar voz às histórias verídicas e de ficção transmitida pela sonoridade dos Prismatic.

Samuel Úria com novo single/vídeo

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"É preciso que eu diminua" é novo single

Samuel Úria tem um novo single!

“É preciso que eu diminua”, tema retirado do seu mais recente trabalho de originais - o aclamado “Carga de Ombro” - é lançado hoje acompanhado por um videoclip de animação.

Em jeito de celebração do Dia Internacional da Animação, Samuel, também ele com formação em artes visuais, dá a conhecer o resultado do convite efectuado ao realizador Pedro Serrazina para uma leitura criativa de umas das canções mais representativas do universo sonoro de “Carga de Ombro”.

O resultado não poderia ser mais surpreendente: o realizador interpreta o surrealismo poético de Samuel, elevando e explorando novos caminhos para o tema que, para além de viagem interior, inaugura uma nova sonoridade do cantautor (ou como alguém referia “como se Manu Chao tivesse parado em Tondela para tomar uma bica”). “É preciso que eu diminua” é assim um filme de animação de forte impacto visual e de uma delicadeza emocional rara.

A colaboração com Pedro Serrazina era algo que Samuel desejava há muito, tal a impressão que tinha da obra do realizador, nomeadamente do seu filme de estreia “Estória do Gato e da Lua”. Do currículo do realizador destacam-se o já referido e premiado “Estória do Gato e da Lua”, “Gatofone”, “Canção distante” ou “Os olhos do farol” bem como o seu percurso académico efectuado entre Portugal e Inglaterra com formação no Royal College of Arts, em Londres. Como professor, passou pela University ForThe Creative Arts, Universidade Católica do Porto e Universidade Lusófona. Aliás, para esta aventura de “É preciso que eu diminua”, Serrazina foi acompanhado na execução por alguns dos seus alunos dos cursos nacionais. (mais info em www.vimeo.com/pedroserrazina).

“É preciso que eu diminua” é o segundo single retirado de “Carga de Ombro” e sucede a “Dou-me Corda”.

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A Central de Cervejas e a Câmara Municipal de Vila do Bispo vão proporcionar a 50 idosos da Santa Casa da Misericórdia de Vila do Bispo a possibilidade de assistirem ao jogo de futebol Portugal x Letónia, que irá decorrer no dia 13 de novembro de 2016, no Estádio do Algarve, em Faro.

 

Esta deslocação está inserida no projeto “Eu sonhava…”, que a instituição social vilabispense está a desenvolver desde o dia 25 de setembro de 2016, o Dia Mundial dos Sonhos. A iniciativa tem por base a concretização de sonhos dos idosos, motivando-se, desta forma, a esperança e a capacidade de sonhar até ao fim da vida. Este projeto está a ser implementado nos Lares de Idosos de Sagres e de Budens e nos Centros de dia de Sagres e da Raposeira, num universo de centena e meia de idosos.

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Terno Rei e é um quinteto paulistano formado em 2010 por Ale Sater (Voz e Baixo), Bruno Rodrigues (Guitarra), Greg Vinha (Guitarra), Luis Cardoso (Bateria) e Victor Souza (Percussão). Dá uma mão ao rock que se diz alternativo, outra a um modo intrigante de cantar em brasileiro, outra à pop sonhadora (“Dream Pop” para os comuns) e as restantes agarradas à introspecção.

Este mês partilharam duas novas canções, “Sinais” e “Criança”, mas foi sobre a segunda que recentemente divulgaram um vídeo. Ambas integrarão o disco “Essa Noite Bateu Com Um Sonho” que será editado até ao final do ano no Brasil e no início de 2017 aqui em Portugal.

Com a mesma serenidade com que escutamos as suas canções, prosseguimos este texto para dar a conhecer um pouco mais da banda que já conta na sua curta carreira com três EPs e um LP. No ano 2011 editaram de forma independente “1” e passados dois anos “Metrópole”. Rapidamente foram identificados no radar da Balaclava Records (editora e produtora sediada em São Paulo) e, dois anos depois, editam o primeiro longa duração “Vigília”  e no ano seguinte o EP “Trem Leva Minhas Pernas”.

Depois de algumas parcerias pontuais, este é o primeiro passo oficial que damos no início de uma entusiasmante relação de trabalho e admiração com a Balaclava Records. Mesmo que estreita e de madeira, há muito que sonhamos construir uma ponte segura Portugal – Brasil com dois sentidos e estamos agora em condições de anunciar a parceria entre as duas editoras que terá vida pública a partir de 2017.

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Kadipson novo álbum

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Depois do EP “Pandemonium” (2013) e do primeiro single “Malta Perdida” é a vez do mais recente trabalho discográfico do rapper lisboeta Kadypslon ser editado. De seu nome “Refúgio”, este é um álbum que já está em regime de pré-venda em exclusivo no iTunes e Amazon e que, até ao final de 2016, estará em todos os postos de venda tradicionais. Depois de uma década de ausência este regresso ao mundo do hip hop é o reflexo das suas experiências, vivências e maturidade, numa das maiores apostas da Music In My Soul para o último trimestre de 2016.

Pedro Nascente apresenta "Roda Gigante"

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De Porto Alegre, Brasil, chega-nos o jovem cantautor Pedro Nascente que caminha nos passos de Bob Dylan, Beatles ou Johnny Cash por uma folk rock que ora se preenche de tons psicadélicos, ornamentos blues ou por ecos da música country. “Roda Gigante” é a primeira amostra revelada do EP “A Princesa”, lançado em Agosto último e disponível para escuta nas principais plataformas de streaming e para download gratuito no site do músico. Construído à base de violão, piano e harmónica, o tema questiona a atual sociedade de informação, chegando até nós com o selo da Music For All.

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Foi com ‘casa cheia’ que a 354.ª Feira de São Martinho abriu as suas portas ao público no fim de semana passado, tendo passado pelo Parque de Feiras e Exposições milhares de visitantes. Até ao próximo domingo, 13 de novembro, Portimão cumpre a tradição e festeja o São Martinho, inclusive com dois dias especiais. Nos dias 9 e 13 de novembro, datas escolhidas conjuntamente por expositores e organização, será aplicado um preço especial aos divertimentos, que pode chegar aos 50% de desconto. O dia 9 destina-se a crianças e jovens, enquanto que o último dia da feira é dedicado à família

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