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Os lisboetas Bless the Mess são a prova viva de que o rock nacional está de boa saúde e recomenda-se. Na linha de uns compatriotas The Lazy Faithful ou Eat Bear, o quarteto estreia-se com o voltaico “Never Too Old”, num agitado diálogo entre pratos, baixo e guitarra eléctrica.

O tema assinala o primeiro lançamento da banda através do selo da Music For All e antecede a edição de um EP esperado no segundo trimestre deste ano.

Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual editarão um novo trabalho esperado no segundo trimestre do ano.

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A cantautora norte-americana Emma Ruth Rundle sobe ao palco do Sabotage Club, em Lisboa, no dia 20 de Abril, para apresentar «Marked for Death», numa estreia em solo nacional há muito aguardada.

Encontramos na folk taciturna de Emma Ruth Rundle uma esperança difusa, talvez até impercetível ao primeiro contacto, mas resoluta; uma luz ténue que percorre os intervalos de uma neblina de distorção e de uma tempestade de corações quebrados, de sufocos existenciais, de sentimentos de perda e de derrota.
 
É em «Marked for Death», o mais recente trabalho, que esta luz tímida transparece de forma mais firme na discografia de Emma Ruth Rundle, transformando-o num instrumento de auto-conhecimento e de catarse. Se Some Heavy Ocean, o disco de estreia, se apoiava maioritariamente em cândidos lamentos folk, em Marked for Death há um adensar da sonoridade, com camadas de guitarra distorcida que sobem à tona para sublinhar a emoção crua e sem artifícios que Rundle comunica nas suas composições.

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O surf de volta à Costa da Caparica

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Mundiais de Surf regressam à Costa para o Caparica Primavera Surf Fest. Surf, Mar, Música e Liberdade, o Caparica Primavera Surf Fest regressa em grande à Costa da Caparica, com 10 dias de competições e música nas Férias da Páscoa!

A terceira edição do Caparica Primavera Surf Fest foi apresentada, na Praia do Paraíso, com a presença de vários artistas e desportistas e ainda do presidente da autarquia Joaquim Judas, do vereador António Matos, de António Miguel Guimarães Diretor Geral e Artístico do festival e de Miguel Inácio responsável pelas provas desportivas. Joaquim Judas relevou o crescimento do festival e sublinhou aquilo que é uma proposta cultural altamente original: "É o primeiro festival do país a cruzar música e desporto", “É a simbiose perfeita entre o Surf, Mar, Música e Liberdade” acrescentou ainda o Presidente da Câmara Municipal de Almada.

 

António Miguel Guimarães salientou ainda o facto de as seis noites de espectáculos refletirem na sua programação artística uma vertente temática de forma a irem ao encontro de várias tendências, já que a componente desportiva do evento, tendo um cariz nacional e internacional, atrai também diversos públicos. Miguel Inácio, responsável pela parte de competição desportiva do festival, explicou: “Esperam-se cerca de 1000 atletas na Caparica, 300 dos quais internacionais”.

Rodrigo Serrão apresenta 1º álbum

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Músico, compositor, autor e produtor, Rodrigo Serrão tem uma carreira consolidada nos mais prestigiados palcos do mundo e participações gravadas em mais de uma centena de discos. Com uma experiência acumulada ao longo dos anos na companhia dos maiores artistas portugueses, do Jazz ao Fado, da Pop à World Music, é um músico de desafios. O álbum de estreia "Stick to The Music" tem data marcada para dia 3 de Março. No dia 3 Fevereiro vai estar disponível em Pré-Venda nas plataformas digitais. O espetáculo de apresentação do CD vai ter lugar no dia 11 de Fevereiro no Centro Cultural do Cartaxo, pelas 21h30m.

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Depois de um single contagiante, de seu nome “Jah Of Creation”, e de um álbum de estreia surpreendente - “Creation” - chega-nos uma série de concertos intimistas dos Soul Brothers Empire onde o rock, o reggae e os ritmos fortes e viciantes não vão faltar!

Esta irmandade tem raízes em Proença-a-Nova e durante os meses de Janeiro, Fevereiro e Abril vão passar pelas FNAC de Alfragide, Vasco da Gama, Almada e Leiria, respectivamente. Confira abaixo todas as datas das actuações de uma das apostas nacionais da Music For All!

 

21.01 | FNAC @ Alfragide, 17h

28.01 | FNAC @ Vasco da Gama, 17h

18.02 | FNAC @ Almada, 17h

15.04 | FNAC @ Leiria, 17h

 

Naturais de Proença-a-Nova e existentes desde 2010, os Soul Brothers Empire são um coletivo composto por Gil Henriques (voz e guitarra), Claúdio Mendes (bateria), Joka (guitarra ritmo) e Pedro Martins (baixo) que assume influências do reggae, punk, rock e ska numa fusão única.

No currículo contam com presenças em vários festivais direcionados ao público jovem, como a Queima das Fitas de Coimbra, a Semana Académica da Covilhã, a Semana Académica de Castelo Branco, o Enterro do Caloiro de Aveiro (onde partilharam o palco com os Natiruts), entre muitos outros concertos de Norte a Sul do país, fazendo sempre vibrar o público por onde passam.

A participação no Rock Rendez Worten em 2011 permitiu-lhes chegar ao palco do Musicbox, em Lisboa, sendo que dois anos depois marcaram presença na mítica Festa do Avante. Mais recentemente foram convidados do “5 Para a Meia-noite” (RTP1) e subiram ao palco do Hard Rock Café.

“Creation”, o longa-duração de estreia, chegou em 2014 e com ele trouxe singles pegadiços como “Free To Go”, “Soul Brothers” ou “Jah of Creation”.

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Os primeiros acordes soarão por volta das 22h, sendo que os bilhetes apresentam um custo  de 6€.

O ano de 2016 marca a estreia de um dos projectos mais promissores da actualidade. São portugueses, dão pelo nome de Zuuzaa e propõem uma infusão de Rock, Blues e Soul com particular destaque para um coro feminino que nos transporta para os saudosos anos 60.

Após um intenso período criativo Rafael Ribeiro, guitarrista e vocalista, assumiu a árdua tarefa de formar uma banda que desse corpo, vida e sentimento às canções por si habilmente escritas. Primeiro muniu-se da doce voz de Inês Carvalho, sua amiga de longa data. Depois da talentosa dupla Mariana Matoso e Rafaela Pereira. Este distinto trio, de vozes marcadamente femininas, começou por colaborar numa só faixa. Contudo, rapidamente, se tornou perceptível que parte da magia da banda residia na alma, garra e emoção que as três davam às canções de Rafael Ribeiro. Foi com esta formação, que os então intitulados Zuuzaa &  The Last Jesters, viram finalizadas as suas dez primeiras composições originais.

Com a entrada do baixista francês Matt Seybald e do baterista Bernardo Jorge a banda ganhou experiência e versatilidade, enriquecendo o seu trabalho em estúdio assim como a performance em palco. Graças aos contributos dos novos membros o número de temas originais subiu para 13 e o mês de Setembro marcou a estreia nos palcos nacionais.

Depois do lançamento do primeiro álbum de originais, intitulado “MARA”, está a decorrer o processo de gravação dos videoclips dos primeiros singles. Esta é também a fase em que surgem mais concertos e performances ao vivo, alimentando assim a paixão pelo palco, e pelo contacto directo com o público, espalhando a música, e a mensagem, por detrás de tão astutas criações.

Por sua vez os WellMan nasceram ao mesmo ritmo da amizade de Afonso Teixeira (vocalista), Afonso Lima (guitarrista), José Miguel Saraiva (baixista) e Mateus Carvalho (saxofonista), recém-conhecidos estudantes do primeiro ano de Direito.

Afonso Teixeira apresentou aos restantes membros uma série de originais que desejava que tivessem outra roupagem. Inicialmente apenas com o intuito de conferir às músicas uma outra dimensão, os cinco acabaram por as mesmas. Em Junho de 2016, surgiu a oportunidade de ir a estúdio gravar os temas e aquilo que começou por ser uma forma de descontração da vida universitária sem qualquer divulgação pública, passou a ser uma verdadeira banda, à qual Afonso Teixeira emprestou o seu nome artístico (WellMan).

O quinteto que se move nas férteis águas do pop/rock, assume com orgulho a sua sonoridade viciante, envergando sempre um sorriso cativante e uma alegria contagiante. Para o primeiro trimestre de 2017 está marcado o lançamento oficial do seu single de estreia.

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Ana Free apresentou ontem o videoclipe para California, single que sucede a Killing Kind e a Say It To Me, extraídos do último EP – The Weight of The Soul – lançado em 2016.

California é uma canção que se destaca pela história que retrata e pela forma como foi produzida. O produtor, Rodrigo Crespo, pediu que a demo desta canção fosse gravada em estúdio num só take mas como a gravação correu tão bem, acabou por ser usada desta forma e sem edição final. É este pormenor que faz com que a musicalidade do tema California se torne tão único – por um lado o facto de ter sido uma gravação espontânea e por outro lado, pela forma como absorve a essência de uma atuação ao vivo.

O video, realizado pelo argentino Mariano Dawidson, foi filmado, ele também, num só take numa roda gigante em Los Angeles. Por um lado, os tons e as cores frias do video marcam uma tendência artística característica do trabalho de Ana Free, por outro lado, o contraste entre o parque de diversões e o visual mais obscuro da artista reflete os conflitos retratados nesta canção.

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As Salas, Novas confirmações e as Talks

O Lisboa Dance Festival continua a crescer. Para 2017, há mais espaços para sentir e viver o festival de Março. Do imponente cartão-de-visita que é a Fábrica XL, passando pela Fábrica L e pela Zoot, até aos mais inesperados locais de espectáculos como o fantástico hostel The Dorm e a reconhecida livraria Ler Devagar, e ainda o Café na Fábrica que serve de sala de entrada de todo o festival.

O festival já apresentou uma cartilha diversificada de nomes ligados a toda a cultura de música de dança e agora volta a efectivar com mais nomes portugueses que se espalham por toda a programação do festival. DJ Glue tem sido um dos nomes mais consistentes na arte do djing nacional. Harold revela-se como uma das maiores esperanças do hip-hop luso. A pop electrónica de Lince conforta-nos sobre o futuro das canções feitas em território português. Ghost Hunt marcam uma página muito única na música electrónica com uma postura experimental. Nos desafios B2B estamos perante várias frentes entre o afro, hip-hop e house music.

E música de vários quadrantes será definitivamente a temática maior que Rui Miguel Abreu explora nas suas Talks de 2017. A consistência e força do universo feminino na música, especialmente a electrónica (“Girl Power”, com Isilda Sanches, Caroline Lethô, Sonja e Karla Campos), a escola de pensamento “Local é Global” (com Pedro Coqueñao, KKing Kong, Luís Oliveira e Nuno Saraiva) e ainda efectivar a gigante presença do hip-hop nos nossos dias (“o fenómeno hip-hop”, com Mike El Nite, Ricardo Farinha e Rui Miguel Abreu). Nas Masterclasses contamos com várias apresentações que vão desde especialista da Novation Circuit, passando por DJing, Masterização (Gustavo Caldeira / Lab Musical), live e sampling (Sensei D e Maria). Há ainda espaço para workshop “Dominar as Redes Sociais” (Ricardo Simões / Triciclo). Todas as Talks e Masterclasses têm lugar na Fábrica L durante o dia 11 de Março e são de acesso livre.

 

 

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Rui Miguel Estêvão vence Touch Talent

Rui Miguel Estêvão, vence concurso internacional de talentos Touch Talent.

Touch Talent vai na terceira edição e procura descobrir jovens talentos na área da musica, dança e escrita à escala global.

Nesta edição de entre os milhares de participantes de todo o mundo na categoria musical o primeiro lugar vem para Portugal pelas mãos de Rui Estêvão de apenas 15 anos que reuniu a unanimidade do júri que o considerou o melhor desta edição.

O Rui participou com uma interpretação do tema “Mad World” de Gary Jules em que cantou e tocou guitarra acústica, num vídeo gravado nos estúdios da Rádio Utopia, em que o participante apresenta e produz aos sábados um programa sobre jogos e animes. A produção do vídeo foi feita pelo próprio e gravado pela Irmã Inês Estêvão.

Rui Estêvão reside em Lagos e estuda em Portimão, tem feito alguns concertos em nome próprio e mais recentemente é também vocalista da OLL (Orquestra Ligeira de Lagos).

Link do Organizador: http://touch.3claws.com/touch-3claws-got-talent-winner/

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Ele é melhor que tu!!!

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